Fornecedores

Área reservada

A relação com os Fornecedores é fundamental para nós. A confiança, a transparência e a cooperação são pilares primordiais desta parceria para a prestação de um serviço de qualidade aos cidadãos.

A qualificação de fornecedores é um processo através do qual se define uma lista de fornecedores habilitados para o fornecimento de uma determinada categoria de bens ou serviços. Para o efeito, são aplicados critérios objetivos, transparentes, de natureza quantitativa e qualitativa, de âmbito técnico, ambiental, económico-financeiro ou outro de caráter específico.

O Programa de Qualificação é um documento base onde são definidos:

 

  • Objeto e duração do Sistema de Qualificação;
  • Formas de comunicação, endereços e contactos;
  • Impedimentos;
  • Modalidade jurídica de associação de interessados na qualificação;
  • Requisito para efeitos de subcontratação;
  • Requisitos mínimos obrigatórios;
  • Requisitos específicos do Programa de Qualificação;
  • Critério de seleção de fornecedores para apresentação de propostas;
  • Critérios de manutenção da Qualificação.

 

A análise dos pedidos de qualificação é realizada em duas vertentes: homologação do fornecedor e homologação do fornecimento.

Nesta área pode consultar as listas de Empreiteiros Qualificados e de Materiais Qualificados

Documentação
Sistemas de Qualificação

A qualificação de fornecedores consiste num processo através do qual se estabelece uma lista de fornecedores habilitados para o fornecimento de uma determinada categoria de bens ou serviços. Para o efeito, aplicam-se critérios objetivos, transparentes, de índole quantitativa e qualitativa, de âmbito técnico, ambiental, económico-financeiro ou outro de caráter específico.
Consulte a lista de materiais qualificados.

Area Reservada Negocios
EC 2021
Qualificação da Empreitada Contínua

Consulte informação de enquadramento sobre a EC 2021 e esclareça as suas dúvidas nas FAQ.

EC 2021 FAQ
  1. Acto 414132129, Número 72, Anúncio 4824/2021, publicado do DRE, Série II, de 14 de Abril de 2021.

  2. www.e-redes.pt > Clientes e Parceiros >  Fornecedores > Sistemas de Qualificação > Documentação / Sistemas de Qualificação > Consultar (https://edpartners.miisy.eu/sqf/do/public/links/eredes). De seguida, pesquisar por 01/SQF/2021.

  3. Sim. Os interessados deverão estar registados no Sistema de Registo de Fornecedores, gerido pelo parceiro GoSupply, no nível de registo “Advanced” ou “360”. Este registo não tem custo para as entidades que se registem.

  4. Aceder ao link https://portal.mygosupply.com/action/landing?regmode=true&step=suscription&projectCode=101337b1-e424-4f56-a17a-b586bb29ccd7 e seguir os passos indicados. De seguida, deverá enviar um email para o endereço electrónico qualificacao.fornecedores@e-redes.pt a solicitar a subida do nível de registo para Advanced para poder apresentar candidatura.

  5. Enviar um email para o endereço electrónico qualificacao.fornecedores@e-redes.pt a solicitar a subida do nível de registo para “Advanced” para poder apresentar candidatura.

  6. Para que possa ser elegível ao procedimento de negociação a lançar durante 2021, em caso de interesse, a candidatura deverá ser submetida até ao próximo dia 1 de Junho de 2021

  7. Caso apresente a candidatura após a data definida, a análise da mesma ficará dependente da disponibilidade da E-REDES, não sendo possível garantir a sua conclusão antes do lançamento do primeiro procedimento de negociação. 

  8. Questões relativas às peças documentais e processo: qualificacao.fornecedores@e-redes.pt. Questões relativas ao registo no Sistema de Registo de Fornecedores (SRF): sgf@gosupplyservices.com.

    Questões relativas à utilização da plataforma de gestão de qualificações: suporte@mercadoeletronico.eu.

  9. Sim. O sistema de qualificação 05/SQF/2014 para Classes de Obra (CO) individualizadas, podendo selecionar a CO a que pretende qualificar e o 13/SQF/2013 para trabalhos em Subestações, nos âmbitos de montagem eléctrica ou construção civil.

  10. Quanto às duas Categorias de Qualificação em causa, cumpre dizer o seguinte: 

    • Independentemente da Categoria de Qualificação (Redes 1 e Redes 2), os Interessados, quer se trate de empresas a título individual ou constituídos sob a forma de agrupamento, deverão obter qualificação na totalidade dos grupos de classes de ativos referidos no Programa de Qualificação; 
    • A tipologia de trabalhos/obras a realizar no âmbito dos futuros contratos de empreitada é, tendencialmente, igual nas duas Categorias de Qualificação (Redes 1 e Redes 2);
    • Os Interessados que obtenham qualificação na Categoria de Qualificação Redes 1 serão automaticamente considerados como qualificados na Categoria de Qualificação Redes 2. Os Interessados que obtenham qualificação na Categoria de Qualificação Redes 2 sê-lo-ão unicamente quanto a esta Categoria de Qualificação (Redes 2); 
    • As principais diferenças entre as Categorias de Qualificação advêm dos requisitos de qualificação específicos a cumprir pelos Interessados, conforme descritos ao longo do Programa de Qualificação, designadamente no ponto 9; refira-se que os requisitos de qualificação da Categoria de Qualificação Redes 1 são substancialmente mais exigentes dos que os requisitos de qualificação da Categoria de Qualificação Rede 2; 
    • A título meramente informativo, o ponto 1.6 do Programa de Qualificação descreve algumas regras/condições quanto aos procedimentos de contratação futuros, consoante a Categoria de Qualificação em causa, destacando-se a possibilidade de constituição de conjuntos diferenciados de lotes, possivelmente agrupados em função das categorias de Qualificação (Redes 1 e 2), perspetivando-se que o valor anual de cada contrato a adjudicar na Categoria de Qualificação redes 2 seja inferior a €7.000.000 (sete milhões de euros).
  11. Não existe qualquer impedimento quanto à participação, em separado, de operadores integrados no mesmo grupo societário no SQF em análise, seja a título individual seja através de agrupamento. Assim, os operadores económicos de um determinado grupo societário podem apresentar, em qualquer momento, quer a título individual, quer integrando um agrupamento, o respetivo pedido de qualificação, desde que cumpram com todos os requisitos de qualificação nos termos previstos no Programa de Qualificação em causa.

  12. Para efeitos de apresentação de candidatura à qualificação, nos casos de serem constituídos agrupamentos, estes não necessitam estar registados como entidade no sistema de registo. No entanto, a obrigatoriedade de registo, em nível Advanced, mantém-se individualmente para as entidades que fazem parte do agrupamento.

  13. Na fase de qualificação não é necessária a identificação de quais as entidades que serão subcontratadas, exigindo-se apenas a informação, por parte da entidade interessada, de que vai recorrer à subcontratação e em que Classe(s) de Obra (CO).

  14. Sim. Apenas entidades qualificadas ao abrigo do sistema de qualificação referência 01/SQF/2021 poderão participar no procedimento de negociação para a formação de contratos de visam a aquisição conjunta de serviços e trabalhos de construção, manutenção, reparação, assistência à rede e clientes, realização de trabalhos na vegetação e a realização de ordens de serviço comercial, em redes de distribuição de eletricidade de Alta Tensão (AT), de Média Tensão (MT) e de Baixa Tensão (BT) (Contratos de Empreitada).

  15. Para efeitos de contabilização dos técnicos a considerar na Qualificação, indicam-se no número 2.2.1 (categoria Redes 1) e no número 2.2.2 (categoria Redes 2), do anexo I do Programa de Qualificação, as quantidades por Classe de Ativos e quais os certificados de formação a apresentar para os técnicos indicados, não havendo distinção, nesta fase, por Classe de Obra:
    Exemplo: Categoria redes 1 : Classe de ativos/Grupo de obras PTS + BT + Contagens
    2 (dois) Engenheiros
    85 (oitenta e cinco) Eletricistas
    1 (um) técnico com Certificado “Caixas MT”
    Todos os executantes com certificação em TET BT, ou seja, os 85 (oitenta e cinco) técnicos.

  16. Para a qualificação no Programa de Qualificação nº 01/SQF/2021, na categoria de Redes 2 deverão cumprir o indicado no anexo I do PQ. Nomeadamente na categoria de qualificação de Rede 2 e em particular para o grupo de ativos/grupo de obras de AT/MT, os requisitos mínimos para os recursos humanos são (i) 20 Eletricistas AT/MT e (ii) 1 juntista de FO, conforme anexo atrás referido. Em simultâneo deverá cumprir os requisitos para os restantes grupos de ativos/grupo de obras, indicados no referido anexo.

  17. Para efeitos de qualificação no 01/SQF/2021, a formação Contagem de Energia BTN - Ligações, com a duração de 9 dias, e 10h de formação TET incluídas, não é adequada. Apenas serão considerados técnicos com formação completa TET/BT (119h).

  18. Conforme indicado na alínea e) do numero 2.1 do anexo I do Programa de Qualificação, deverão garantir que todos os seus executantes, a quem for exigida a detenção de certificados de formação específica (TET, Execução de Caixas AT, de Caixas MT, Execução de equipas de Contagem, Juntistas de Fibra Ótica, Motoserristas, trabalhos em altura e outras) apresentarão os respetivos certificados emitidos pelas entidades formadoras para o efeito. Deste modo, deverá ser garantida a evidência de formação específica em juntista de fibra ótica por uma entidade formadora.

  19. No âmbito do projeto Distribuição Digital, foi desenvolvida a Área Reservada dos Municípios, com o objetivo de melhorar o relacionamento nos seguintes aspetos: Experiência de utilização, disponibilizando suporte direto, através de um ponto único de interação, uma relação digital e um interface amigável; Proatividade, utilizando análise comportamental para aumentar o conhecimento sobre os stakeholders e antecipar os seus problemas/dúvidas; Transparência, permitindo aos stakeholders o acesso a informação em tempo real relativa aos seus processos, sendo este complementado por notificações; Qualidade de serviço, garantindo o desempenho da navegabilidade; Eficiência operacional, através da desmaterialização e da promoção do self-service; Inovação e melhoria contínua, com recolha de feedback do stakeholder e diferenciação ao nível de conteúdos e funcionalidades.

  20. A cada um dos 278 Municípios de Portugal Continental com os quais a E-REDES tem em vigor contratos de concessão de distribuição de energia elétrica em baixa tensão.

  21. A partir da Área Reservada, o Município pode submeter um vasto conjunto de pedidos até agora efetuados pelas vias tradicionais (mail, fax, carta) como, por exemplo, a ampliação de rede de iluminação pública ou a comunicação de um foco apagado, ficando com o registo de cada interação num canal único. É possível, ainda, consultar os principais interlocutores, os documentos mais relevantes da concessão, os locais de consumo cujo Município é titular e a possibilidade de agrupá-los por pastas personalizadas, ser alertado previamente de cortes programados, registar memorandos de reuniões e visualizar os planos de obras programadas.

  22. Deve entrar em contato com a respetiva Direção de Autarquias da E-REDES.

  23. Deve entrar em contato com a respetiva Direção de Autarquias da E-REDES.

  24. Para iniciar o processo de ligação da sua instalação particular em média tensão (MT), é necessário avaliar previamente se estão reunidas as condições técnicas de alimentação.

    Para tal, será necessário um pedido de condições de ligação à rede, que poderá efetuar através do preenchimento do formulário disponível nesta página

    Após análise do pedido, receberá informação sobre os próximos passos.

  25. Após receber, por carta ou e-mail, a resposta ao pedido de condições de ligação à rede, poderá submeter o pedido de ligação junto do seu gestor ou através do e-mail PLR.MT@e-redes.pt. A E-REDES, 15 dias úteis após submissão do seu pedido, envia-lhe uma informação com os encargos iniciais associados à ligação.

    Se aceitar o valor dos encargos iniciais e fizer o pagamento, cujo comprovativo terá que ser apresentado ao seu gestor ou enviado para o e-mail PLR.MT@e-redes.pt, irá receber uma informação com os seguintes elementos:

    ● o orçamento da obra;

    ● prazos de validade de condições e pagamento;

    ● prazos e opções de execução;

    ● informações sobre as dimensões e caraterísticas técnicas da ligação;

    ● encargos respeitantes a elementos de ligação para uso partilhado.

     

  26. Após aceitação das condições de ligação e pagamento dos encargos descritos no orçamento, é executada a ligação à rede pela E-REDES ou pelo próprio requisitante, de acordo com a opção escolhida por si.

  27. O fornecimento de energia elétrica inicia-se após:

    • execução da ligação à rede;

    • liquidação dos encargos de ligação à rede;

    • entrega da obra a cargo do requisitante, caso seja aplicável;

    • instalação de equipamento de medição; • autorização dos proprietários dos terrenos atravessados pela linha;

    • transmissão para a E-REDES da parcela de terreno onde se situa o posto de corte, caso seja aplicável;

    • licenciamento, vistoria e autorização da entrada em exploração pela Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG) de instalação do requisitante e elementos de ligação à rede.

    • celebração de protocolo de exploração;

    • inspeção das proteções de interligação, caso existam;

    • contrato de fornecimento de energia elétrica com comercializador.

  28. O objetivo da realização dos projetos-piloto é testar novos esquemas tarifários e novas localizações dos períodos horários propostos pela ERSE, na sequência de estudos realizados que envolveram a análise da informação sobre os consumos e a produção no período 2013-2016, para cada uma das seis áreas de rede da E-REDES.

    Os preços e os períodos horários a aplicar durante os projetos-piloto foram aprovados pela ERSE através da Diretiva n.º 2/2018.

  29. Serão realizados dois projetos-piloto, cada um com 12 meses de duração, sendo que tiveram início a 1 de junho de 2018.

    O projeto-piloto 1 pretende testar uma proposta de aperfeiçoamento da estrutura tarifária vigente, que se baseia na diferenciação dos preços nos períodos de ponta e na definição de novos períodos horários. O projeto-piloto 2 pretende testar a introdução de uma tarifa dinâmica de acesso às redes que permitirá a ativação de períodos críticos com prazos de antecedência e notificação curtos. A tarifa dinâmica a ser testada consiste em notificar os consumidores abrangidos com uma antecedência mínima de 48 horas, 24 das quais obrigatoriamente em dia útil, da ocorrência de períodos críticos nas redes, aos quais serão aplicados preços mais elevados, incentivando-os a transferir os seus consumos para períodos com preços mais reduzidos.

  30. Conforme estabelecido na Diretiva n.º 2/2018 da ERSE, a ativação dos períodos críticos cabe ao operador da rede de distribuição (ORD) em AT e MT, a qual deve ser precedida de uma decisão coordenada com o operador da rede de transporte.

    Durante a execução do projeto-piloto 2, podem ser ativados no mínimo 16 e no máximo 20 dias críticos, correspondendo a uma duração agregada de horas críticas entre 80 e 100 horas.

  31. A participação nos projetos-piloto poderá assumir duas formas:

    a) A primeira consiste em integrar um dos projetos-piloto anteriormente referidos;

    b) A segunda forma de participação consiste em ser integrado num dos grupos de controlo (de cada projeto-piloto), que permitirão uma análise comparativa aos comportamentos de consumo adotados pelos participantes nos projetos-piloto.

  32. Poderão participar nos projetos-piloto os consumidores de energia elétrica de Portugal continental, fornecidos em Muito Alta, Alta e Média Tensão (MAT/AT/MT).

    Os consumidores que se propuserem a participar serão englobados num dos projetos-piloto a que se candidatarem, ou num dos dois grupos de controlo, até um total de 100 consumidores por projeto-piloto ou grupo de controlo, respeitando a seguinte regra de representatividade:

    • Consumidores fornecidos em MAT – 1 a 5 participantes;

    • Consumidores fornecidos em AT – 20 a 30 participantes;

    • Consumidores fornecidos em MT – 70 a 90 participantes.

  33. O processo de seleção dos participantes nos projetos-piloto iniciar-se-á pela demonstração de interesse em participar pelos consumidores de energia elétrica ao respetivo comercializador, indicando por ordem de preferência em qual, ou quais, dos projetos-piloto pretende participar, aceitando que apenas poderá ser selecionado para um dos projetos.

    Posteriormente, os comercializadores de energia elétrica devem enviar à E-REDES uma lista onde conste a identificação dos seus clientes que demonstraram interesse em aderir aos projetos-piloto.

    Com base nas listas fornecidas pelos comercializadores, a E-REDES fará a seleção final dos mesmos, utilizando os critérios definidos pela ERSE na Diretiva n.º 2/2018.

    Os consumidores que demonstrem interesse em participar nos projetos-piloto estarão a concordar tacitamente em integrar os grupos de controlo caso não venham a ser selecionados para integrar os projetos-piloto.

    Qualquer participante que não tenha sido selecionado para integrar os projetos-piloto poderá, se assim o entender, reclamar junto da E-REDES, que deverá justificar as razões da sua não seleção junto da ERSE.

    O processo de seleção será alvo de um relatório a divulgar pela E-REDES.

  34. Nos termos estabelecidos na Diretiva n.º 2/2018, a seleção dos clientes participantes nos projetos-piloto deve considerar os seguintes critérios:

    a) Área geográfica do cliente;

    b) Setores de atividade económica;

    c) Características de consumo associadas, designadamente, ao perfil e ao consumo anual de energia elétrica;

    d) Contratação de diferentes comercializadores;

    e) Distribuição dos clientes pelos níveis de tensão abrangidos.

  35. Sim. Os consumidores de energia elétrica que sejam selecionados para integrar os projetos-piloto deverão assinar um acordo de participação que, além dos próprios, terá como signatários a E-REDES e o comercializador de energia elétrica com o qual tenham contrato de fornecimento. No caso de clientes em MAT, está igualmente previsto que o acordo de participação seja celebrado pela REN. Deste acordo constarão os direitos e obrigações das partes durante a realização dos projetos-piloto.

  36. Sim. A E-REDES irá disponibilizar um portal na Internet para acompanhamento dos projetos-piloto, sendo este constituído por duas áreas distintas:

    • Área pública – informação geral sobre os projetos-piloto;

    • Área reservada a participantes – informação específica sobre a participação de cada cliente, de modo a permitir o acompanhamento do seu desempenho no respetivo projeto-piloto. Serão, sempre que possível, disponibilizados no portal da Internet os diagramas de carga das instalações dos clientes que participam no projetos-piloto desde o início de 2016. Os diagramas de carga das instalações dos participantes durante a realização dos projetos-piloto serão disponibilizados no portal no dia D+2 após a sua recolha. O portal servirá também para comunicar os períodos críticos aos participantes, em complemento a outros meios de comunicação a utilizar.

  37. Os clientes interessados em participar nos projetos-piloto devem contactar com os respetivos comercializadores, que os podem informar sobre as regras aplicáveis e outros aspetos relevantes a ter em conta durante a realização dos mesmos.

    O apoio dos comercializadores é essencial no processo de seleção de clientes participantes nos projetos-piloto e durante o período em que decorrem os projetos, designadamente para esclarecer possíveis questões de relacionamento que possam surgir nessa fase.

  38. O acesso às redes, ao longo dos 12 meses do projeto-piloto, será faturado de acordo com a estrutura tarifária e os preços aprovados pela ERSE na diretiva que aprova as tarifas e preços em cada ano (preços aplicáveis aos clientes que não participam nos projetos-piloto).

    É no final do projeto-piloto que cada participante poderá optar por uma das seguintes alternativas de faturação:

    a) Ser faturado, no período de 12 meses, de acordo com os horários e preços aprovados pela diretiva de tarifas e preços da ERSE em cada ano, ou seja, aquilo que o cliente pagou ao longo dos 12 meses do piloto não sofre qualquer alteração;

    b) Solicitar que lhe seja ajustada a faturação dos 12 meses do projeto-piloto para os novos períodos horários do piloto, com aplicação dos preços que a ERSE define anualmente na diretiva de tarifas e preços;

    c) Solicitar que lhe seja ajustada a faturação dos 12 meses do piloto para os períodos horários e os preços que estão definidos para o projeto-piloto em que o cliente participou.

    A tabela seguinte resume as três opções que existirão para faturar o cliente durante o projeto-piloto:

    Tabela 1

    Há, contudo, um limite na poupança que o cliente poderá ter. Caso o cliente opte pela opção c), com períodos e preços do projeto-piloto, a sua faturação não poderá ser menor que 90% da faturação que lhe seria aplicada na opção b).

    O seguinte exemplo, dado pela ERSE no documento justificativo da diretiva n.º 2/2018 relativa aos projetos-piloto, ilustra as alternativas que existirão ao dispor do cliente:

    Tabela 2

    O cliente vai pagar, ao longo dos 12 meses do projeto-piloto, os valores correspondentes à opção A. No final do projeto-piloto, contudo, poderá escolher um ajustamento de acordo com as opções B e C.

    Exemplo 1 – o cliente vai optar por manter a faturação com os horários e preços vigentes;

    Exemplo 2 – o cliente vai preferir que lhe sejam aplicados os períodos horários do piloto e os preços vigentes, tendo assim direito a uma transferência de €110 - €80 = €30.

    Exemplo 3 – a melhor opção é escolher os novos horários e preços aplicáveis ao projeto-piloto. Contudo, como a opção C tem de ser pelo menos 90% da opção B, o cliente será faturado em €90. Como pagou €110 ao longo do piloto, tem direito a receber €110 - €90 = €20.

  39. No projeto-piloto 1, o cliente vai ser faturado de acordo com:

    • Potência contratada – máxima potência tomada num período de 15 minutos, nos últimos 12 meses, incluindo o mês de faturação;

    • Energia ativa;

    • Energia reativa;

    • Potência média em horas de super ponta - potência ativa média, que corresponde ao quociente de energia ativa no ponto de medição em horas de super ponta pelo número de horas de super ponta, aplicado à globalidade dos doze meses do projeto-piloto;

    • Potência média em horas de ponta normal - potência ativa média, que corresponde ao quociente de energia ativa no ponto de medição em horas de ponta normal pelo número de horas de ponta normal, aplicado à globalidade dos doze meses do projeto-piloto.

  40. Sim. Caso o cliente opte por cessar a sua participação, deverá comunicar a sua intenção de cessar a participação ao ORD em alta tensão e média tensão e ao respetivo comercializador. A faturação no período de participação será feita de acordo com os novos períodos horários definidos para o piloto e os preços definidos pela ERSE no processo anual de decisão tarifária (preços aplicáveis aos clientes que não participam nos projetos-piloto).

  41. No projeto-piloto 2, o cliente vai ser faturado de acordo com:

    • Potência contratada – máxima potência tomada num período de 15 minutos, nos últimos 12 meses, incluindo o mês de faturação

    • Energia ativa;

    • Energia reativa;

    • Potência média em horas de ponta - potência ativa média, que corresponde ao quociente de energia ativa no ponto de medição em horas de ponta crítica e ponta não crítica, pelo número total de horas de ponta crítica e ponta não crítica, aplicado à globalidade dos 12 meses do projeto-piloto;

    • Potência adicional (ou a descontar) em horas de ponta crítica face à ponta não crítica – diferença entre a potência ativa média em horas de ponta crítica e a potência ativa média em horas de ponta não crítica.

  42. Não. A mudança de comercializador pelos clientes participantes durante a execução do projeto-piloto não impede a continuação no respetivo projeto.

  43. Esta informação consta da diretiva n.º 2/2018 da ERSE, que tal como o respetivo documento justificativo, podem ser consultadas na página da ERSE na internet.

  44. Subsecção 1: Quanto à duração

    Interrupção breve – interrupção com uma duração igual ou superior a um segundo e inferior ou igual a três minutos

    Interrupção longa – interrupção com uma duração superior a três minutos

    Subsecção 2: Quanto ao tipo

    Interrupções previstas – as interrupções em que os clientes são informados com antecedência mínima fixada no regulamento de relações comerciais (RRCEEE)

    Interrupções acidentais - as restantes

    Subsecção 3: Quanto à causa

    Casos fortuitos ou de força maior

    Razões de interesse público

    Razões de serviço

    Razões de segurança

    Facto imputável aos operadores de outras redes ou instalações

    Facto imputável ao cliente

    Acordo com o cliente

    Causas acidentais próprias do operador de rede.

  45. Os padrões de qualidade de serviço a observar pelo operador de rede de distribuição podem variar de acordo com as zonas de qualidade de serviço. Para efeitos de aplicação do Regulamento da Qualidade de Serviço em Portugal continental, é definida a seguinte classificação de zonas de qualidade de serviço:

    > Zona A: capitais de distrito e localidades com mais de 25 000 clientes;

    > Zona B: localidades com um número de clientes entre 2 500 e 25 000;

    > Zona C: os restantes locais. 

  46. SAIFI (alta, média e baixa tensão) - Frequência média de interrupções longas do sistema (sigla adotada internacionalmente a partir da designação em língua inglesa do indicador “System Average Interruption Frequency Index”);

    SAIDI (alta, média e baixa tensão) - Duração média das interrupções longas do sistema (sigla adotada internacionalmente a partir da designação em língua inglesa do indicador “System Average Interruption Duration Index”);

    MAIFI (alta e média tensão) - Frequência média de interrupções breves do sistema (sigla adotada internacionalmente a partir da designação em língua inglesa do indicador “Momentary Average Interruption Frequency Index”);

    TIEPI (média tensão) - Tempo de interrupção equivalente da potência instalada;

    END - Energia não distribuída.

  47. Competências:

          Compra energia a grosso ao comercializador do setor elétrico (CSE) e vende-a a retalho aos utilizadores de veículos elétricos (UVE) que pretendem carregar as baterias num dos postos integrados na rede de mobilidade elétrica.

    Atividades:

          Contratam com o utilizador de veículo elétrico a tarifa pela qual a energia elétrica será fornecida, recebendo o valor correspondente à eletricidade utilizada no carregamento e à tarifa devida ao operador do posto de carregamento;

          Estabelece com os operadores dos postos de carregamento as relações necessárias para assegurar o acesso dos condutores deste tipo de veículos aos postos de carregamento;

          Recebe da Sociedade Gestora da Rede de Mobilidade Elétrica (Mobi.E) a informação do volume de energia utilizado num determinado carregamento;

          Transfere ao operador do posto de carregamento a tarifa de sua competência;

          Transfere à Sociedade Gestora da Rede de Mobilidade Elétrica (Mobi.E) a tarifa de sua competência;

          Paga o valor correspondente à energia utilizada nos carregamentos feitos pelos utilizadores de veículos elétricos e às tarifas de acesso às redes de distribuição e transmissão ao comercializador do setor elétrico.

  48. Competências:

    • Gere os postos de carregamento da rede de mobilidade elétrica, realizando a instalação, disponibilização, exploração e manutenção de postos de carregamento (de acesso público ou privado) integrados na rede de mobilidade elétrica.

    Atividades:

    • Contrata, junto do comercializador do setor elétrico, a disponibilização de energia elétrica nos postos de carregamento deste tipo de veículos;

    • Informa a Sociedade Gestora da Rede de Mobilidade Elétrica (Mobi.E) sobre os carregamentos efetuados em cada um dos postos de carregamento dos veículos elétricos;

    • Transfere à Sociedade Gestora da Rede de Mobilidade Elétrica (Mobi.E) a tarifa de sua competência;

    • Paga ao comercializador do setor elétrico a energia utilizada em autoconsumo pelo posto de carregamento e as tarifas de acesso às redes de distribuição e transmissão.

  49. Competências:

    • Gere as operações da rede de mobilidade elétrica, quer no que diz respeito aos fluxos energéticos e financeiros associados às operações da rede de mobilidade elétrica, quer na respetiva plataforma.

    Atividades:

    • Informa o comercializador sobre o volume energético disponibilizado por um operador num determinado carregamento;

    • Recebe do operador do posto de carregamento as informações dos carregamentos feitos em cada um dos postos de carregamento de veículos elétricos;

    • Avalia as operações da rede e decide a eventual relocalização dos postos de carregamento de veículos elétricos da rede piloto.

  50. > Para obter energia elétrica precisa de se ligar à rede de distribuição elétrica da E-REDES. Para tal, deverá escolher o nível de tensão correto para a ligação mais adequada e pedir um orçamento para a sua execução;

    > A potência a requisitar (baixa tensão, média tensão ou alta tensão) deverá ter em atenção a lei aplicável, pelo que se recomenda que seja consultado um técnico devidamente habilitado;

    > A elaboração de orçamentos de ramais baixa tensão deve ser feita até 15 dias úteis;

    > Após aceitação do orçamento, será celebrado um contrato entre o consumidor e a E-REDES, que cessará quando for concretizada a ligação à rede e após o pagamento dos respetivos encargos.

  51. > O prazo de ativação de fornecimento, face às requisições de ligação em baixa tensão, é de dois dias úteis, excluindo-se as ligações de instalações eventuais.

    > O prazo referido no ponto anterior não será considerado quando o cliente pretender outra data.

  52. > A visita combinada acontece sempre que esteja em causa a ligação do cliente à rede elétrica. Pode ser motivada por falha de energia no seu local de consumo, leitura do contador, assistência técnica ao seu contador ou alterações de natureza técnica ao seu contrato;

    > As visitas combinadas têm um intervalo de marcação de duas horas e meia, sendo que o incumprimento deste intervalo de tempo para início da visita confere ao cliente o direito de compensação;

    > Os comercializadores de último recurso, os comercializadores e os clientes podem solicitar o cancelamento ou o reagendamento de visitas combinadas desde que até às 17h00 do dia útil anterior.

  53. > Após a comunicação da necessidade de assistência técnica (por exemplo, devido a uma avaria do contador) a visita ocorrerá no prazo de 4h (3h no caso de clientes prioritários). Se a comunicação ocorrer entre as 24h e as 8h, esse período inicia-se a partir das 8h.

  54. > O número de leituras em todos os equipamentos de medição em baixa tensão normal (BTN), independentemente da sua acessibilidade, deve ter um intervalo, face à leitura anterior, menor ou igual a 96 dias;

    > Contabilizam-se as leituras efetuadas, quer diretamente pelo operador da rede de distribuição, quer as leituras comunicadas ao operador da rede de distribuição pelos clientes. 

     

    Restabelecimento após interrupção da responsabilidade do cliente

    > O corte de energia é da responsabilidade do cliente sempre que tem na origem uma falha no pagamento ou impossibilidade de recolha de leitura por parte do distribuidor de energia elétrica;

    > Após o cliente regularizar a situação, o restabelecimento da energia deve ocorrer dentro dos seguintes prazos: 12h para clientes baixa tensão normal; 8h para os restantes clientes; 4h caso o cliente pague o preço adicional definido no Regulamento das Relações Comerciais – RRC;

    > O restabelecimento de energia dá-se em dias úteis entre as 8h e as 24h para clientes baixa tensão e todos os dias para os restantes clientes, entre as 8h e as 24h.

  55. > Os pedidos de informação dos Clientes à E-REDES podem ser feitos por telefone, por escrito (através do separador “fale connosco” no nosso site ou carta) ou nos nossos Pontos de Atendimento;

    > Os pedidos de informação telefónicos devem ser respondidos num prazo máximo de três dias úteis;

    > Os pedidos de informação escritos podem ser respondidos num prazo máximo de 15 dias úteis.

  56. > As reclamações devem ser respondidas até 15 dias úteis;

    > Na impossibilidade do cumprimento dos prazos definidos, o reclamante deve ser informado, através de uma comunicação intercalar. O incumprimento dos conteúdos definidos na comunicação intercalar obriga ao pagamento de compensações;

    > Em caso de resposta improcedente, o reclamante tem o direito de reclamação junto da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

  57. Que clientes se incluem nesta classificação?

    a) Clientes com limitações no domínio da visão - cegueira total ou hipovisão (1);

     

    b) Clientes com limitações no domínio da audição – surdez total ou hipoacusia (2);

     

    c) Clientes com limitações no domínio da comunicação oral.

     

    (1) Visão reduzida  (2) Perda da audição

    Como é feita a inscrição?

    O cliente deve subscrever uma candidatura através do seu comercializador.

  58. Que Clientes se incluem nesta classificação?

     

    a) Estabelecimentos hospitalares, centros de saúde ou entidades que prestem serviços equiparados;

     

    b) Forças de segurança;

     

    c) Instalações de segurança nacional;

     

    d) Bombeiros;

     

    e) Proteção civil;

     

    f) Equipamentos dedicados à segurança e gestão de tráfego marítimo ou aéreo;

     

    g) Instalações penitenciárias;

     

    h) Clientes para os quais a sobrevivência ou a mobilidade dependam de equipamentos cujo funcionamento é assegurado pela rede elétrica, e clientes que coabitem com pessoas nestas condições, no âmbito do setor elétrico.

     

     

     Como é feita a inscrição?

     

    O Cliente deve subscrever uma candidatura através do seu comercializador.

    O Operador de Rede de Distribuição deve informar os Clientes individualmente, diretamente ou através dos respetivos comercializadores, sobre as interrupções de fornecimento que sejam objeto de pré-aviso.

    Sem prejuízo dos direitos consignados, estes Clientes devem tomar medidas de precaução adequadas à sua situação, nomeadamente no que se refere a sistemas de alimentação de socorro ou de emergência.

  59. Competências

    ● Compra energia a grosso ao comercializador do setor elétrico (CSE) e vende-a a retalho aos utilizadores de veículos elétricos (UVE) que pretendem carregar as baterias num dos postos integrados na rede de mobilidade elétrica.

    Atividades

    ● Contratam com o utilizador de veículo elétrico a tarifa pela qual a energia elétrica será fornecida, recebendo o valor correspondente à eletricidade utilizada no carregamento e à tarifa devida ao operador do posto de carregamento;

    ● Estabelece com os operadores dos postos de carregamento as relações necessárias para assegurar o acesso dos condutores deste tipo de veículos aos postos de carregamento;

    ● Recebe da Sociedade Gestora da Rede de Mobilidade Elétrica (Mobi.E) a informação do volume de energia utilizado num determinado carregamento;

    ● Transfere ao operador do posto de carregamento a tarifa de sua competência;

    ● Transfere à Sociedade Gestora da Rede de Mobilidade Elétrica (Mobi.E) a tarifa de sua competência;

    ● Paga o valor correspondente à energia utilizada nos carregamentos feitos pelos utilizadores de veículos elétricos e às tarifas de acesso às redes de distribuição e transmissão ao comercializador do setor elétrico.

  60. Competências

    ● Gere os postos de carregamento da rede de mobilidade elétrica, realizando a instalação, disponibilização, exploração e manutenção de postos de carregamento (de acesso público ou privado) integrados na rede de mobilidade elétrica.

    Atividades

    ● Contrata, junto do comercializador do setor elétrico, a disponibilização de energia elétrica nos postos de carregamento deste tipo de veículos;

    ● Informa a Sociedade Gestora da Rede de Mobilidade Elétrica (Mobi.E) sobre os carregamentos efetuados em cada um dos postos de carregamento dos veículos elétricos;

    ● Transfere à Sociedade Gestora da Rede de Mobilidade Elétrica (Mobi.E) a tarifa de sua competência;

    ● Paga ao comercializador do setor elétrico a energia utilizada em autoconsumo pelo posto de carregamento e as tarifas de acesso às redes de distribuição e transmissão.

  61. Competências

    ● Gere as operações da rede de mobilidade elétrica, quer no que diz respeito aos fluxos energéticos e financeiros associados às operações da rede de mobilidade elétrica, quer na respetiva plataforma.

    Atividades:

    ● Informa o comercializador sobre o volume energético disponibilizado por um operador num determinado carregamento;

    ● Recebe do operador do posto de carregamento as informações dos carregamentos feitos em cada um dos postos de carregamento de veículos elétricos;

    ● Avalia as operações da rede e decide a eventual relocalização dos postos de carregamento de veículos elétricos da rede piloto.

    Consulte o site da Mobi.E.

    Interação entre os diferentes elementos existentes no ecossistema da mobilidade elétrica em Portugal.

  62. Casa

    Carregue o seu carro na comodidade da sua casa.

     

    Outros

    Existem muitos estabelecimentos, como restaurantes, hotéis e centros comerciais, que oferecem a possibilidade de carregar o seu veículo elétrico.

     

    Trabalho

    Aproveite o tempo que passa a trabalhar para carregar o seu veículo.

     

    Via pública

    Pode ainda carregar o seu veículo nos postos de carregamento existentes na via pública.

     

  63. Os campos eletromagnéticos existem onde quer que a eletricidade seja gerada, transmitida, distribuída ou usada. Desde que a eletricidade se tornou numa parte integrante da nossa sociedade, que estes campos são omnipresentes no nosso ambiente.

     

    No entanto, os campos eletromagnéticos também estão presentes de forma natural no planeta e na fisiologia natural do corpo humano. Por exemplo, o campo magnético natural do planeta – capaz de mover uma peça de ferro magnetizada – é mais intenso do que a maioria dos campos de origem artificial a que os seres humanos estão quotidianamente sujeitos.

  64. As instalações da E-REDES geram maioritariamente campos eletromagnéticos de extremamente baixa frequência (CEM EBF) – 50 Hertz (Hz). Existem outros equipamentos elétricos de uso doméstico que também geram CEM EBF como, por exemplo, máquinas de lavar louça e roupa, ferros de engomar, secadores de cabelo, máquinas de barbear, aspiradores, torradeiras, televisões, etc.

    Estes CEM são considerados de extremamente baixa frequência porque as suas frequências (inferiores a 300 Hz) são muito baixas quando comparadas com as da generalidade dos equipamentos de telecomunicações ou as frequências superiores da radiação infravermelha, da luz visível ou ainda das radiações ultravioletas e raios X. 

      

  65. Os efeitos sobre a saúde humana destes campos eletromagnéticos são investigados há décadas. Em Junho de 2007, a Organização Mundial de Saúde (OMS) publicou uma detalhada monografia de 470 páginas que apresenta os resultados estabelecidos por essa investigação.

          Esta monografia considera como evidência inadequada, ou não suportada, a associação entre a exposição a campos eletromagnéticos de extremamente baixa frequência e quaisquer patologias. Existe, contudo, uma evidência limitada no que diz respeito à leucemia infantil. No entanto, neste caso, existem fragilidades metodológicas que limitam as conclusões dos estudos efetuados. Assim como fragilidades de natureza estatística resultantes da combinação da baixa percentagem da população que reside na proximidade de instalações elétricas e da muito reduzida taxa de incidência desta doença, o que faz com que seja muito difícil reunir um conjunto de casos suficientemente grande para permitir a realização de estudos cujas conclusões sejam estatisticamente significativas.

     

    Por este motivo, de acordo com a International Agency for Research on Cancer (IARC), os CEM EBF estão classificados como “possibly cancinogenic to humans” (possivelmente carcinogénicos para os humanos), tal como o café, os “pickles” ou os fumos de escape dos motores a gasolina.

     

    No entanto, investigações recentes parecem indicar que a génese da leucemia infantil não está associada à exposição a campos eletromagnéticos, mas sim a uma predisposição genética, que, associada a uma segunda mutação, eventualmente induzida por uma doença comum, poderá desencadear a ocorrência da doença.

  66. Em 2004, foi publicada em Diário da República a Portaria nº 1421/2004, que fixa os níveis de referência relativos à exposição da população a campos eletromagnéticos, em linha com as recomendações do Conselho Europeu e do ICNIRP (International Commission on non-ionizing radiation protection).

    Para a frequência industrial de 50 Hertz (Hz), que é utilizada na transmissão, distribuição e utilização de energia elétrica em Portugal, os limites básicos estabelecidos são os seguintes:

          A densidade de corrente no corpo humano não pode ultrapassar os 2 mA/m2 (miliampere por metro quadrado), valor que é cerca de 50 vezes inferior àquele para o qual há registo científico de efeitos fisiológicos, reversíveis e não nocivos.

          Este limite é garantido se não forem ultrapassados os seguintes valores de referência para os campos elétricos e magnéticos:

        Para o campo elétrico E: 5 kV/m (quiloVolt por metro)

        Para o campo magnético B: 100 µT (microTesla)

  67. Nos últimos anos, temos aprofundado o conhecimento sobre os CEM gerados pelas infraestruturas da empresa, através de ações de monitorização das nossas instalações tipo, linhas de Alta e Média Tensão, Subestações, Postos de Transformação e redes de Baixa Tensão.

    Os resultados demonstram que os valores dos campos eletromagnéticos medidos são significativamente inferiores aos níveis de referência definidos na legislação nacional em vigor.

    No campo da investigação, patrocinamos a realização de vários estudos sobre este tema, em parceria com instituições universitárias portuguesas, tais como a Universidade de Coimbra e o Instituto Superior Técnico.

     

    Destacamos o trabalho produzido pelo Prof. Dr. Engº Luís Pinto de Sá, do Instituto Superior Técnico, sobre Campos Eletromagnéticos de Extremamente Baixa Frequência, Saúde Pública e Linhas de Alta Tensão, assim como o Guia de Medidas de Mitigação da Emissão de Campo Magnético a 50 Hz em instalações da EDP.

    Na sequência do trabalho já efetuado, continuaremos a acompanhar novos desenvolvimentos sobre este tema e a aprofundar o conhecimento sobre os CEM gerados pelas nossas instalações, através da sua monitorização regular.

  68.       Escavações e perfurações no solo. Antes de perfurar ou escavar, verifique sempre se existem cabos subterrâneos que possam ser atingidos.

          Gruas. Quanto mais alto sobe, mais elevado é o risco de atingir uma linha elétrica. Respeite as distâncias de segurança e evite os acidentes.

          Árvores. Ao cortar uma árvore pode danificar uma linha elétrica. Verifique sempre se a árvore ou os ramos cortados não atingem nada na sua queda.

          Andaimes. Quando montar andaimes ou efetuar trabalhos nestes, mantenha uma distância de segurança em relação às linhas elétricas.

  69. Em caso de trabalhos a realizar na proximidade de linhas elétricas, as recomendações gerais são as seguintes:

          Contactar previamente a E-REDES para saber quais as características da linha e as distâncias a respeitar. Caso se justifique, e seja possível, solicitar a colocação da linha fora de serviço, durante o período da obra mais crítico.

          Caso seja necessário utilizar máquinas móveis na proximidade de linhas elétricas, é obrigatório que todos os envolvidos tenham conhecimentos e formação, pois trata-se de um trabalho que deve ser considerado perigoso.

          Designar uma pessoa experiente no solo, com a missão de vigiar atentamente os movimentos das máquinas e da carga, para impedir que se aproximem de forma perigosa dos condutores elétricos em tensão.

     

  70. Existem algumas regras a cumprir, para garantir a segurança:

          Evitar o armazenamento de materiais na proximidade e por baixo de linhas elétricas;

          Estabelecer percursos para as máquinas que evitem o cruzamento com as linhas elétricas, se possível;

          Colocar obstáculos e sinalização de aviso paralelamente aos condutores das linhas a distâncias apropriadas;

          Colocar balizas limitadoras de altura de cada lado dos cruzamentos com linhas elétricas;

          Instalar placares com avisos nas entradas da obra e nos pontos em que as máquinas se movimentam com mais frequência por baixo ou na proximidade de linhas elétricas.

  71.       Contactar previamente a E-REDES para averiguar se existem cabos elétricos enterrados nas proximidades dos trabalhos. Se a resposta for afirmativa, informar-se das medidas especiais a tomar;

          Identificar e balizar o traçado dos cabos de forma bem visível, sempre em ligação com a E-REDES;

          Designar uma pessoa qualificada para acompanhar os trabalhos, caso estes sejam executados a menos de 1,50 metros dos cabos;

          Utilizar apenas ferramentas manuais (pá ou enxada), na aproximação a cabos elétricos enterrados, após deteção dos respetivos dispositivos de sinalização, tendo sempre o cuidado de não os ferir. Não é permitida a utilização de picareta nestas situações.

    ●    Um vigilante deverá assegurar a manutenção de uma distância mínima de segurança de 0,30 metros, caso os cabos já estejam visíveis e seja necessário recorrer a ferramentas mecânicas na sua proximidade.

     

    Se houver dúvidas quanto às distâncias ou quanto à localização da sinalização dos cabos elétricos enterrados, a aproximação deverá ser sempre feita manualmente, garantindo todos os cuidados necessários para não ferir o isolamento dos cabos.

  72. Respeitar as recomendações da E-REDES relativamente às distâncias a manter entre os condutores da linha e qualquer componente da grua ou carga:

    - 3 metros, para linhas de tensão até 60 kV (Kilovolt);

    - 5 metros, para linhas de tensão superior a 60 kV.

    Colocar interruptores de fim de curso, sempre que possível, nas peças móveis, cujo movimento possa levar a máquina ou carga a entrar na zona interdita delimitada pelas distâncias anteriores. No caso de máquinas em trânsito esporádico sob a linha, com a lança baixa, sem carga e sempre sob vigilância de um encarregado, podem aceitar-se as seguintes distâncias mínimas:

    - 1,5 metros para linhas de tensão inferior a 60 kV;

    - 3 metros para linhas de tensão entre 60 kV e 220 kV;

    No caso de passagens frequentes, deve fazer-se a balizagem preventiva da altura máxima.

    Qualquer condutor de uma linha elétrica deve considerar-se sempre em serviço, a menos que haja uma indicação escrita de um representante da E-REDES confirmando que os seus condutores não têm tensão e foram ligados à terra.

    Independentemente dessa indicação, sempre que uma linha estiver na situação de fora de tensão, para ser considerada como tal, os seus condutores deverão estar ligados à terra próximo do local dos trabalhos.

  73. Qualquer empresa em atividade no setor de Comunicações Eletrónicas, autorizada pela Autoridade Nacional das Comunicações - ANACOM.

  74. Todas as redes aéreas em Baixa Tensão, exceto as estabelecidas em cabos nus.

     

  75. Nem sempre. A capacidade de cada apoio está sempre dependente da avaliação prévia e específica da rede em causa. A rede pode ser modificada, com as despesas a cargo da empresa que a pretende utilizar. Este trabalho é contratado a empresas devidamente credenciadas pela E-REDES.

  76. Além do custo pela utilização anual, será necessário suportar o custo do serviço de análise da viabilidade de cada pedido. As empresas de comunicações eletrónicas deverão também suportar o custo da vistoria final pós instalação, junto das empresas certificadoras qualificadas pela E-REDES para esse efeito.

  77. Podem alugar fibras óticas as empresas de comunicações eletrónicas e, de um modo geral, todas as empresas desde que a sua finalidade esteja devidamente indicada.

  78. A rede de fibra ótica é suportada na Rede Nacional de Distribuição de eletricidade (Alta e Média Tensão), principalmente em rede aérea.

  79. As fibras óticas que constituam objeto do direito de utilização, concedido nos termos do Contrato, satisfazem as características técnicas constantes da recomendação G652 (.B ou .D) da ITU-T ou das equivalentes categorias da norma IEC 60793-2-50 (categorias B1.1 ou B1.3).

  80. A partir da sua descida de aéreo para subterrâneo, os cabos são sempre dielétricos, possuindo terminação em repartidor ótico colocado em instalações da E-REDES. O encaminhamento para a empresa de comunicações eletrónicas será efetuado nesse local pelos técnicos da E-REDES.

  81. Através do registo poderá:

    • Participar em processos de compra e venda de produtos e/ou serviços por via eletrónica.
    • Alterar ou confirmar os seus dados de registo a qualquer momento, através de uma chave de acesso exclusiva.
    • Introduzir a sua documentação de forma rápida através da internet.
    • Dispor de mais de 1000 categorias de produtos e serviços que melhor identificam a sua atividade e portfólio de bens e serviços, organizadas por segmentos de atividade:
      • Empreitadas e Serviços de Construção
      • Geração
      • Redes
      • Renováveis
      • Serviços Corporativos
      • Tecnologias de Informação e Comunicação
  82. As empresas inscritas beneficiam de:

    • Visibilidade perante toda a estrutura da E-REDES.
    • Participação em processos de compra/venda de produtos e/ou serviços por via eletrónica.
    • Partilha, nos sistemas de gestão da E-REDES, da informação de registo necessária à aferição do risco e sustentabilidade nos processos de seleção e aquisição de bens e serviços.
    • Autonomia de alteração/confirmação de dados de registo em permanência através de uma chave de acesso exclusiva.
    • Enquadramento numa filosofia de fornecimento por categorias de produtos e serviços que melhor identificam a sua atividade e portfólio de bens e serviços.
  83. This registration process acts as a search tool, allowing you to select suppliers from a database.

    The registration will be validated after the supplier has submitted all the necessary information. The supplier will be notified by e-mail and assigned a user number and access key.

    The supplier is wholly responsible for ensuring their E-REDES registration details are up-to-date and accurate.

  84. O presente sistema assenta numa base de registo dividida em quatro níveis:

    I - Elementar

    • Dados gerais
    • Dados financeiros

     

    II - Básico

    Elementar +

    • Dados financeiros
    • Obrigações contratuais (Autoridade Tributária, Segurança Social, etc.)

     

    III – Avançado*

    Básico +

    • Compliance
    • Dados gerais de Qualidade
    • Dados gerais de Ambiente
    • Dados gerais de Prevenção e segurança
    • Dados gerais de Sustentabilidade
    •  

     

    IV - 360º*

    Avançado +

    • Compliance
    • Dados completos de Qualidade
    • Dados completos de Ambiente
    • Dados completos de Prevenção e segurança
    • Dados completos de Sustentabilidade

     

    *Para os níveis III e IV serão convidados os fornecedores, de acordo com os critérios definidos para a gestão da sustentabilidade da cadeia de fornecimento da E-REDES. Todos os encargos administrativos envolvidos são suportados na íntegra pela E-REDES.

  85. The Value Chain segment tends to value as critical issues such as energy tariffs and prices, the composition of the electricity bill, climate change (specifically the promotion of energy efficiency in consumption) or innovation (smart grids).

  86. The Market segment considers critical issues such as financial sustainability (namely debt, macroeconomic context and E-REDES strategy) and regulation, fees and subsidies (regulatory framework).

  87. The Democracy segment identifies as the most relevant issues climate change (promotion of energy efficiency in consumption, investment in renewable energy, and energy tariffs and prices (tariff deficit).

  88. The Territorial and Social Environment segment places particular emphasis on issues such as public lighting, climate change (promotion of energy efficiency in consumption, investment in renewable energy), and energy tariffs and prices (electricity prices and the tariff deficit).

  89. Consulte a rede de alta tensão e subestações

    1. Aceda ao mapa;

    2. Selecione a região onde ficará localizada a sua instalação;

    3. Escolha a subestação;

    4. Identifique a linha ou subestação onde prevê fazer a ligação;

    5. Consulte as caraterísticas da rede, as pontas máximas e a carga da linha ou subestação.

  90. Para formalizar o seu pedido de ligação à rede em AT deve contactar o seu gestor ou enviar um e-mail para plrat@e-redes.pt. 

    Preços médios de referência para uma ligação à rede de alta tensão de 60 kV

    Para mais informações poderá contatar o gestor de cliente da R-REDES através do endereço plrat@e-redes.pt.

  91. - Conclusão das obras;

    - Pagamento dos custos associados à ligação à rede elétrica;

    - Licenciamentos e autorização de entrada em exploração pela Direção-Geral de Energia e Geologia;

    - Assinatura do protocolo de exploração;

    - Contrato de fornecimento com o comercializador de energia.

     

    Para mais esclarecimentos ou informações poderá contactar o gestor de cliente da E-REDES através do endereço plrat@e-redes.pt.  

  92. Sem prejuízo dos proprietários obterem essa informação, ou os técnicos responsáveis em nome deles, junto da E-REDES, a DGEG disponibilizou diretamente através do site do SRIESP a consulta das potências máximas admissíveis e os tipos de entrada das instalações elétricas ligadas à E-REDES através da opção "Consulta do NIP", disponível no menu principal do SRIESP, após o devido registo do técnico responsável.”

    Além do NIP, será também necessário o CPE da ou das instalações que pretende consultar. Poderá obter mais informação sobre este assunto poderá visitar o site do SRIESP.

    Mais informamos que no caso dos restantes operadores de rede a DGEG ainda não disponibiliza esse serviço.

  93. Normalmente, os acidentes elétricos com linhas de alta tensão ocorrem nas seguintes situações:

    - Trabalhos em terraços, telhados ou andaimes, com manuseamento de ferramentas ou materiais perto das linhas elétricas;

    - Trabalhos com gruas ou camiões basculantes, que se aproximam ou entram em contacto com condutores das linhas elétricas;

    - Trabalhos com retroescavadoras que cortam ou ferem o isolamento de cabos elétricos subterrâneos.

  94. Contacte-nos para ficar a conhecer as caraterísticas da linha e as distâncias a respeitar e, caso se justifique, a linha poderá ser colocada durante algum tempo fora de serviço para alguma fase particular da obra.

    A utilização de máquinas móveis na proximidade de linhas elétricas deve ser considerada como um trabalho perigoso que exige conhecimento e formação do operador, bem como de todos os trabalhadores envolvidos no projeto.

    Deve ser designada uma pessoa experiente no solo, com a missão de vigiar atentamente os movimentos da máquina e da carga, de forma a impedir que se aproximem demasiado dos condutores elétricos em tensão.

  95. - Evite o armazenamento de materiais na proximidade e por baixo de linhas elétricas de alta tensão;

    - Se possível, estabeleça percursos para as máquinas de forma a evitar o cruzamento com as linhas elétricas;

    - Coloque obstáculos e sinalização de aviso paralelamente aos condutores da linha a distâncias apropriadas;

    - Coloque balizas delimitadoras de altura de cada lado de um cruzamento com a linha elétrica;

    - Instale placas com avisos nas entradas dos locais da obra e nos pontos em que as máquinas se movimentam com mais frequência por baixo ou na proximidade da linha elétrica.

  96. Pode solicitar-nos informação relativa à sua existência e, caso afirmativo, quais as medidas especiais a tomar.

    A identificação e balizagem do traçado do cabo deve ser realizada de forma bem visível pela empresa que vai executar os trabalhos, em ligação com a E-REDES.

    Se os trabalhos forem executados a menos de 1,50m de uma canalização elétrica isolada, o desenrolar dos trabalhos deve ser acompanhado por uma pessoa qualificada da empresa que vai executar os trabalhos.

    A aproximação à canalização deve ser feita com ferramentas manuais (pá ou enxada), com o cuidado de não ferir a canalização. Não é permitido utilizar picareta na aproximação à canalização.

    Se forem utilizadas ferramentas mecânicas:

    - Caso a canalização esteja visível, um vigilante deve assegurar que a máquina não se aproxima a menos de 0,30m da canalização;

    - Caso a canalização não esteja visível, a distância mínima estimada será de 50cm e a vigilância deverá permanecer reforçada.

     

    Se houver dúvidas quanto às distâncias ou à sinalização de presença da canalização, a aproximação será sempre feita manualmente, com os cuidados necessários para não ferir o isolamento do cabo.

  97. É crucial respeitar as distâncias de segurança recomendadas pela E-REDES, a manter entre os condutores da linha e qualquer componente da grua ou carga:

    - Para linhas de tensão até 60 kV - 3m;

    - Para linhas de tensão superior a 60 kV - 5m.

     

    Sempre que possível, coloque interruptores fim de curso nas peças móveis cujo movimento possa levar a máquina ou a carga a entrar na zona interdita delimitada pelas distâncias anteriormente referidas. Máquinas em trânsito com a lança baixa e sem carga, e sob vigilância de um encarregado, para uma passagem podem aceitar-se:

    - 1,5m para linhas de tensão inferior a 60 kV (média tensão);

    - 3m para linhas de tensão entre 60 kV e 220 kV;

    - 5m para linhas de tensão superior a 220 kV.

     

    No caso de passagens frequentes deve ser feita a balizagem preventiva da altura máxima.

    Qualquer condutor de uma linha elétrica deve considerar-se em serviço, a menos que haja uma indicação escrita de um representante da E-REDES confirmando que os condutores não têm tensão e que foram ligados à terra.

    Independentemente dessa indicação, sempre que a linha estiver fora de tensão, para ser considerada como tal, no local de trabalho os condutores devem estar ligados à terra.

  98. Por imposição da lei, deverão ser mantidas faixas de proteção das linhas aéreas, sendo que as árvores não deverão aproximar-se a menos de 3m dos condutores. Os proprietários deverão promover uma limpeza periódica e preventiva das respetivas plantações, assegurando assim que nenhuma prejudica a normal exploração das linhas de distribuição de energia elétrica. Por estritas razões de segurança, o operador da rede de distribuição de energia elétrica poderá promover as medidas necessárias para repor as adequadas condições.

  99. A EDP Distribuição, na resposta a um pedido de intervenção, analisa a situação descrita e o risco envolvido e acorda com o proprietário a forma mais adequada para a poda ou corte da(s) árvore(s) cujos ramos, na sua queda, possam aproximar-se a menos de 3m dos condutores da linha. Poderá ainda ser acordada a disponibilização ao proprietário dos meios necessários para a realização da poda ou corte da(s) árvore(s) que possam envolver risco elétrico e/ou colocar em causa a exploração normal da linha.

  100. Não plante nem mantenha árvores ou arbustos que possam estar a menos de 3m dos condutores de uma linha elétrica de alta ou média tensão. Se essa distância não for mantida, a árvore ou o arbusto irá aproximar-se demasiado dos condutores, podendo assim colocar em risco a normal exploração da linha e a segurança de pessoas e bens. Além disso, a árvore ou o arbusto terá que ser objeto de poda ou do corte adequados, vendo assim desde logo afetada a respetiva forma natural.
  101. Deve contactar a E-REDES, Energia SA, através da linha 808 100 100 ou 218 100 100 (8h-22h | Dias úteis | Custo da chamada definido pelas condições do seu tarifário)  ou da morada Rua Camilo Castelo Branco 43, 1050-044 Lisboa.

  102. Contate de imediato a E-REDES através da linha 808 100 100 ou 218 100 100 (8h-22h | Dias úteis | Custo da chamada definido pelas condições do seu tarifário) e descreva a situação. A E-REDES, o mais rapidamente possível, irá analisar a situação e, se for o caso, assegurar a intervenção que for mais adequada.

  103. - Investimento em autoconsumo, designadamente com instalação de energia solar fotovoltaica;

    - Promoção da automação dos edifícios e gestão integrada de produção, armazenamento, cargas e carregamento de veículos elétricos;

    - Transição para uma climatização e iluminação mais eficiente nas instalações técnicas;

    - Campanhas de promoção de eficiência energética.

  104. - O Grupo EDP tem como meta atingir uma frota 100% elétrica para os veículos ligeiros até 2030;

    - Criação de uma rede de carregamentos nos nossos edifícios;

    - Promoção do desenvolvimento de soluções de carregamentos inteligentes;

    - Promoção de campanhas de condução eficiente.

  105. - Desenvolvimento de soluções de iluminação pública eficientes e de telegestão;

    - Seleção de equipamentos de rede com menores níveis de perdas e a inclusão da adoção dos critérios da Directiva Ecodesign (Diretiva 2009/125/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 21 de outubro de 2009).

  106. - O certificado energético de edifícios é obrigatório e deve ser tido em conta no momento da aquisição ou arrendamento de uma nova casa;

    - O certificado é feito por fração do edifício. Contém a identificação dos indicadores de desempenho e classe energética — numa escala dos mais eficientes (verde, A+) aos menos eficientes (vermelho, F). Apresenta medidas de melhoria (com custos e benefícios) e recomendações, indicadores e soluções construtivas e o comportamento térmico, perdas e ganhos de calor.

  107. Sempre que tiver de comprar um novo equipamento para a sua casa, esteja atento à etiqueta energética. Esta permite-lhe identificar os equipamentos que consomem menos energia. O que tem a etiqueta energética:

    - Nome do fornecedor ou marca e identificação do modelo;

    - Classe energética assinalada pelas setas coloridas que distinguem os produtos mais eficientes (verde escuro, A+++) dos menos eficientes (vermelho, D);

    - Consumo anual de energia em kWh e pitogramas com as características e desempenhos próprios de cada categoria de produtos.

  108. - Change from incandescent lamps to LED. This will allow for energy efficiency gains of 85%; - When replacing your lamps, keep the light color for the same feeling of comfort and opt for the same shape and bulb to have the same aesthetics; - If possible, install motion sensors.

  109. - Fixe a temperatura de climatização entre 24o e 26oC no verão e 18o e 20oC no inverno;

    - Isole as portas e janelas de casa;

    - Opte por equipamentos de climatização de uma classe de eficiência mais elevada (até A+++) e instale, se possível, sensores de temperatura e unidades de gestão da climatização.

  110. - Opte por eletrodomésticos de elevada classificação energética(até A+++); - Utilize fornos com convecção, minimizando tempos de confeção e consumo energético; - Use as máquinas de louça e roupa com a carga máxima indicada pelo fabricante para cada programa, sem sobrecarregar; - Regule o compartimento do frigorífico para +5oC e do congelador para -18oC; - Opte por uma placa de indução, mais rápida e eficiente; - Selecione o programa de lavagem de acordo com o tipo de louça/roupa e a sujidade.

  111. - Escolha equipamentos de informática com símbolos Energy Star;

    - Prefira monitores LED ou LCD, de elevada eficiência energética;

    - Utilize tomadas com interruptor ou controladas por comando, ou tomadas inteligentes.

  112. - Opte por termoacumuladores com elevada classificação energética (até A+++); - Prefira termoacumuladores elétricos com termostato ou controlo horário.

  113. - Desligue transformadores e carregadores, sempre que não são necessários; - Desligue equipamentos que não sejam necessários; - Opte pelo tarifário mais adequado ao tipo de utilização, de forma a reduzir o consumo de energia elétrica; - Equacione também qual a potência a contratar e o horário a utilizar.

  114. - Whenever possible, maximize the use of daylighting;

    - Choose lamps that have a luminous flux (lumens) equal to the lamps to be replaced. This parameter can be found on the packaging;

    - The type of bulb to be chosen must be the same as the bulb to be replaced (see package). The shape of the lamp (focus, globe, classic, tubular) should also be the same to ensure that the lighting effects are maintained;

    - Choose a lamp with a color temperature close to the color temperature of the lamp to be replaced (see package). The color temperature is expressed in ̊K (Kelvin Grade). The higher the number of ̊K, the colder the color of light;

    - Lamps with high start-up times may not guarantee minimum illumination levels in spot use locations (see package);

    - Do not use CFL lamps in locations that have a high number of cycles (on / off), as the life of this type of lamp is affected by the number of cycles. Most of these lamps are also not suitable for high humidity places such as bathrooms and outdoors;

    - Use presence detectors and time switches;

    - Remove ballasts from unused lamps.

  115. - Escolha o equipamento tendo em consideração as suas necessidades de utilização (aquecer, arrefecer ou ambos) e as áreas a climatizar, de forma a garantir um bom nível de conforto com um baixo custo energético;

    - Opte por ar condicionado, em caso de uso intensivo. Escolha sempre um equipamento de ar condicionado de classe A++, em vez de um climatizador tradicional. Assim, pode obter poupanças energéticas de cerca de 80%;

    - Adquira equipamentos com melhores níveis de eficiência. A etiqueta energética apresenta duas classificações: para arrefecimento e para aquecimento, numa escala de D (baixa eficiência) a A+++ (alta eficiência);

    - A escolha da potência do equipamento a instalar deve ser adequada à dimensão da área a climatizar;

    - Limpe regularmente os filtros do ar condicionado e a unidade exterior;

    - Mantenha a calafetagem de portas e janelas em bom estado.

  116. - Compre o equipamento — esquentadores, termoacumuladores, bombas de calor ou painéis solares — tendo em conta a sua utilização, o espaço disponível e o nível de eficiência energética;

    - Instale o equipamento o mais próximo possível dos pontos de utilização de água quente;

    - Dê prioridade a equipamentos termostáticos que permitam um controlo da temperatura da água de saída;

    - Opte, se possível, por solar térmico: termossifão, um sistema mais barato, mas mais suscetível a intempéries; ou circulação forçada, um sistema mais caro, mas mais eficiente e resistente;

    - Instale isolamento térmico nas tubagens de passagem de água quente, para reduzir as perdas térmicas e desperdícios de energia;

    - Utilize interruptores horários em termoacumuladores elétricos, programados de forma a ligar os equipamentos antes da sua utilização e desligar antes do fim da utilização e, se possível, programe o interruptor para desligar o equipamento em horas de ponta;

    - Reduza a temperatura da água e o caudal de água nas torneiras; Efetue uma manutenção regular dos equipamentos, verificando a existência de fugas na canalização.

  117. - Considere substituir equipamentos com mais de 10 anos por equipamentos novos e mais eficientes. Nos equipamentos de refrigeração domésticos, a opção de equipamentos de classe energética A+, A++ ou A++ poderá conduzir a poupanças energéticas de 20%, 40% ou 60%;

    - Opte por equipamentos que não tenham vidro na sua construção para zonas que não tenham acesso ao público;

    - Opte por equipamentos que permitam a instalação do condensador no exterior do edifício;

    - Considere a compra de câmaras de refrigeração modulares;

    - Substitua e limpe as borrachas de isolamento;

    - Limpe o gelo acumulado nas paredes das arcas;

    - Utilize lamelas nas portas de câmaras frigoríficas;

    - Mantenha uma boa ventilação dos condensadores;

    - Não se esqueça de adequar sempre a capacidade armazenada aos equipamentos e mantê-los organizados: zona superior para produtos já confecionados, zona intermédia para carnes e peixes, zona inferior para legumes e hortaliças;

    - Deixe arrefecer os alimentos antes de os colocar no frio;

    - Descongele alimentos no frigorífico;

    - Regule as temperaturas de funcionamento à sua utilização.

  118. - Sempre que os equipamentos o permitirem, opte pela alimentação de água pré aquecida;

    - Efetue a manutenção anual do equipamentos;

    - Limpe diariamente os filtros e difusores de água;

    - Utilize as máquinas sempre com a carga máxima;

    - Faça uma pré-lavagem com pistola de spray ou jato de caudal reduzido;

    - Adeque o programa de lavagem à utilização, optando pelos económicos;

    - Desligue os equipamentos quando não utilizados durante longos períodos;

    - Regule a máquina consoante a dureza da água.

  119. - Opte por placas de indução, são mais eficientes. Ainda assim, considere as características das placas a gás ou vitrocerâmicas;

    - Escolha o equipamento com a ajuda de um profissional;

    - Efetue a manutenção periódica do equipamento;

    - Limpe regularmente as juntas de vedação de fornos e estufas;

    - Mantenha as paredes dos fornos limpas, incluindo os micro-ondas;

    - Opte por equipamentos de confeção a vapor para cozinhados;

    - Descongele os alimentos antes de cozinhar;

    - Opte por recipientes de cerâmica ou vidro e ajustados ao tamanho das placas;

    - Evite abrir o forno e use a capacidade máxima;

    - Se cozinhar durante mais de uma hora, não use o preaquecimento.

  120. Nos elevadores de viaturas, efetue com frequência a limpeza e lubrificação de todos os componentes e verifique a tensão das correias. A má lubrificação afeta o funcionamento do motor, fazendo com que entre em esforço, reduzindo o seu tempo de vida útil e aumentando o consumo de energia.

  121. - Escolha equipamentos com a designação ENERGY STAR®, uma vez que têm melhor eficiência;

    - Opte por monitores LED ou LCD. Os LED têm uma melhor imagem, um tempo de vida útil superior e um consumo de energia cerca de 70% mais baixo que os CRT;

    - Faça uma manutenção regular no que diz respeito ao software e hardware;

    - Coloque os computadores em standby quando o período de não utilização for curto, como por exemplo na hora de almoço;

    - Desligue os computadores quando o período de não utilização for longo, como por exemplo durante o fim de semana;

    - Desligue os equipamentos quando não são utilizados.

  122. - Faça uma manutenção regular do equipamento e dê especial atenção aos filtros de café que, quando se encontram obstruídos, dificultam a circulação de água, causando assim um maior desgaste da máquina;

    - Desligue a máquina de café sempre que esteja prevista a sua não utilização por períodos superiores a duas horas, o que permite poupanças significativas.

  123. - Reduza o caudal da água quente;

    - Reduza os tempos de lavagem;

    - Maximize a secagem manual do cabelo, antes de usar o secador;

    - Desligue os equipamentos de aquecimento de cera, sempre que não sejam necessários.

  124. - Desligue equipamentos em standby;

    - Desligue transformadores e carregadores, sempre que não são necessários;

    - Desligue equipamentos que não sejam necessários;

    - Sensibilize os utilizadores do espaço a poupar energia;

    - Opte pelo tarifário mais adequado ao tipo de utilização, de forma a reduzir o consumo de energia elétrica;

    - Equacione também qual a potência a contratar e o horário a utilizar.

  125. - No controlo de climatização, tratamento de ar, centrais térmicas e caldeiras;

    - No controlo da iluminação, em função do horário e da iluminação natural;

    - Na monitorização de consumos energéticos e gestão otimizada;

    - Para avisos de intrusão, de proteções, de alarmes (CO, CO2, gás, temperatura);

    - Na deteção de presenças em divisões do edifício;

    - Na monitorização em tempo real.

  126. Ao optar pela compra do equipamento de medição – que integra o contador, modem de comunicação, cartão GSM ativado, transformadores de corrente e transformadores de tensão quando necessário – as despesas associadas à compra desses componentes, bem como os custos de instalação, operação, são inteiramente da sua responsabilidade, assim como intervenções no equipamento ou necessidade de substituição.

    Em contrapartida, se optar pela aquisição do equipamento deverá contactar a EDP Distribuição, após a conclusão da instalação, para que seja possível marcar uma visita da equipa técnica com o objetivo de fazer teste de comunicação, validação do funcionamento e selagem do equipamento.

  127. Ficará instalado um único equipamento que fará o registo quer da energia consumida como cliente, quer da energia injetada como produtor. O custo da aquisição desse equipamento é da sua responsabilidade.

    Os custos associados à sua instalação, operação e intervenções futuras, incluindo eventual substituição, serão da E-REDES.

    Ao optar pela aquisição do equipamento bidirecional, será cobrado um custo na fatura de fornecimento de eletricidade que lhe é apresentada pelo seu comercializador.

    Seja qual for a sua opção de atuação, é da responsabilidade do produtor a aquisição do equipamento de contagem da energia total, bem como dos componentes associados.

    As despesas associadas à compra do equipamento de medição – que integra o contador, modem, cartão GSM de comunicações com PIN desativado – são da responsabilidade do proprietário da Unidade de Produção para Autoconsumo.

  128. O exercício da atividade de produção em cogeração é livre, podendo ser exercida por pessoas singulares ou coletivas, de direito público ou privado, sem prejuízo da sujeição a controlo prévio para a instalação e exploração da respetiva instalação.

    Os títulos do controlo prévio variam de acordo com a dimensão da instalação de cogeração, nos seguintes termos:

    a) Registo da instalação da cogeração e correspondente certificado de exploração, no caso da microcogeração, independentemente do regime remuneratório aplicável;

    b) Comunicação prévia com prazo e correspondente certificado de exploração, no caso da cogeração de pequena dimensão não enquadrada no regime remuneratório especial;

    c) Licença de produção e correspondente licença de exploração, nos restantes casos.

  129. A licença de produção ou comunicação prévia confere o direito de estabelecer o centro eletroprodutor. Caso a instalação esteja ligada à rede nacional de distribuição, deve solicitar à E-REDES as condições técnicas de ligação.

    Este pedido deve conter:

    • Identificação da entidade promotora (nome, NIF ou código de acesso à certidão permanente, morada)
    • Contatos telefónicos e de correio eletrónico do representante do promotor
    • Coordenadas geográficas do ponto de ligação (coordenadas PT-TM06/ETRS89 ou Hayford-Gauss (Datum 73))
    • Planta de localização do ponto de ligação
    • Planta de implantação (limites geográficos)
    • Licença de produção, ponto de receção ou comunicação prévia.

    O pedido deve ser enviado para os contactos disponíveis no nosso site ou para dcm_pe@e-redes.pt

  130. O titular da licença de produção ou do ato de admissão da comunicação prévia só pode iniciar a exploração industrial do centro eletroprodutor após obtenção da licença de exploração ou do certificado de exploração.

  131. A produção de eletricidade em regime ordinário é a atividade de produção de energia que não está abrangida por um regime jurídico especial.

    Incluem-se os centros eletroprodutores com contratos de manutenção de equilíbrio contratual, contratos de aquisição de energia ou que beneficiem de incentivos à garantia de potência.

    A figura de produtor em regime ordinário foi consagrada através do Decreto-Lei n.º 29/2006, de 15 de fevereiro, que estabelece as bases de organização e do funcionamento do sistema elétrico nacional, bem como as bases gerais aplicáveis ao exercício das atividades de produção, transporte, distribuição e comercialização de eletricidade e à organização dos mercados de eletricidade.

    Estas instalações de produção estão ligadas, regra geral, à rede nacional de transporte e incluem a produção dita convencional: centrais térmicas e grande hídrica ( > 50 MVA ).

  132. Os produtores de eletricidade em regime ordinário podem vender a eletricidade produzida através das seguintes modalidades de relacionamento comercial:

    a) Celebração de contratos bilaterais com clientes finais, com comercializadores de eletricidade e, se for o caso, com a entidade responsável pela gestão dos contratos de aquisição de energia;

    b) Participação nos mercados organizados.

    Os produtores de eletricidade em regime ordinário podem igualmente fornecer serviços de sistema, através do estabelecimento de contratos com o operador de sistema, ou através da participação em mercados organizados para este efeito.

  133. O exercício da atividade de produção de eletricidade em regime ordinário é livre ficando sujeito à obtenção de licença de produção, a atribuir pela entidade licenciadora, a solicitação do interessado.

    Entre os critérios gerais da decisão de atribuição de licença de produção, consta a existência de condições de ligação à rede pública adequadas à gestão da sua capacidade de receção de eletricidade. A informação sobre a existência de capacidade de receção e as condições de ligação à rede deverão ter sido emitidas há menos de oito meses pelo operador da rede a que o requerente se pretenda ligar.

    Cabe à Direção-Geral de Energia e Geologia exercer as competências de entidade licenciadora na instrução e condução dos procedimentos de atribuição, alteração, transmissão e extinção das licenças e autorizações previstas, submetendo-as à decisão do membro do governo responsável pela área da energia.

  134. A licença de produção confere o direito de estabelecer o centro eletroprodutor. Para além disso, caso a instalação esteja ligada à rede nacional de distribuição, o titular da licença de produção deve solicitar à E-REDES as condições técnicas de ligação. Este pedido deve conter:

    • Identificação da entidade promotora (nome, NIF ou código de acesso à certidão permanente, morada)
    • Contatos telefónicos e de correio eletrónico do representante do promotor
    • Coordenadas geográficas do ponto de ligação (coordenadas PT-TM06/ETRS89 ou Hayford-Gauss (Datum 73))
    • Planta de localização do ponto de ligação
    • Planta de implantação (limites geográficos)
    • Licença de produção, ponto de receção ou comunicação prévia.

    O pedido deve ser enviado para os contactos disponíveis no nosso site ou para dcm_pe@e-redes.pt

  135. O titular da licença de produção só pode iniciar a exploração industrial de cada um dos grupos geradores que compõem o centro eletroprodutor depois de obter a respetiva licença de exploração, a emitir pela entidade licenciadora, na sequência da realização de vistoria.

    A licença de exploração define as condições a que fica sujeita a exploração industrial e, uma vez concedida, passa a integrar as condições da licença de produção do centro eletroprodutor a que se refere.

  136. Considera -se produção em regime especial a atividade de produção sujeita a regimes jurídicos especiais, tais como a produção de eletricidade através de cogeração e de recursos endógenos, renováveis e não renováveis, a microprodução, a miniprodução e a produção sem injeção de potência na rede, bem como a produção de eletricidade através de recursos endógenos, renováveis e não renováveis.

    São atualmente considerados neste regime os seguintes produtores:

    • Aproveitamentos hidroelétricos até 10 MVA de potência instalada;

    • Produtores cujas fontes de energia são renováveis, resíduos industriais ou urbanos;

    • Produtores de cogeração (calor e eletricidade);

    • Microcogeração;

    • Cogeração de pequena dimensão;

    • Miniprodutores (revogado, aplicável em média e baixa tensão ligados);

    • Microprodutores (revogado, aplicável em baixa tensão ligados);

    • Unidade de pequena produção (aplicável em média e baixa tensão);

    • Unidade de produção para autoconsumo (aplicável em alta, média e baixa tensão).

  137. A atividade de produção de eletricidade em regime especial pode ser exercida ao abrigo de um dos seguintes regimes remuneratórios:

    • O regime geral: em que os produtores de eletricidade vendem a eletricidade produzida, nos termos aplicáveis à produção em regime ordinário, em mercados organizados ou através da celebração de contratos bilaterais com clientes finais ou com comercializadores de eletricidade, incluindo com o facilitador de mercado ou um qualquer comercializador que agregue a produção;
    • O regime de remuneração garantida: em que a eletricidade produzida é entregue ao comercializador de último recurso, contra o pagamento da remuneração atribuída ao centro eletroprodutor.

    Os produtores de eletricidade em regime especial podem igualmente fornecer serviços de sistema, através da celebração de contratos com o operador de sistema, ou através da participação em mercados organizados, nos termos previstos na lei.

  138. O exercício da atividade de produção de eletricidade em regime especial é livre, ficando sujeito a controlo prévio.

    O controlo prévio é exercido mediante a atribuição de uma licença de produção, a requerimento do interessado, ou através da realização de uma comunicação prévia para a instalação de um centro eletroprodutor.

    A instalação de centros eletroprodutores em regime especial está sujeita a um dos seguintes procedimentos de controlo prévio: licença de produção ou  comunicação prévia.

  139. O titular da licença de produção ou do ato de admissão da comunicação prévia só pode iniciar a exploração industrial do centro eletroprodutor após obtenção da licença ou do certificado de exploração.

    A licença e o certificado de exploração definem as condições a que esta fica sujeita e, uma vez concedidos, passam a integrar as condições da licença de produção ou do ato de admissão da comunicação prévia do centro eletroprodutor a que se referem.

  140. Pode fazê-lo comigo através do menu Leituras, pela nossa APP, pelo número 800 507 507 (24h/dia, chamada grátis), através do nosso site ou através do seu comercializador. A data mais indicada para fazê-lo é recomendada pelo seu comercializador na sua fatura de eletricidade. Caso tenha dificuldade em submeter a sua leitura, contacte a nossa linha 808 100 100 ou 218 100 100 (8h-22h, dias úteis, custo da chamada definido pelas condições do seu tarifário)

  141. 1.     Formulário online de envio de leituras, nesta página

    2.     APP da E-REDES (disponível para Android e IOS)

    3.     Linha de Leituras E-REDES 800 507 507 (todos os dias, chamada grátis)

  142. Contadores inteligentes

    Para fazer a leitura do seu consumo de energia, esteja atento à informação sequencial e automática mostrada no visor do equipamento ou, se preferir, pode fazê-lo manualmente pressionando brevemente o botão de controlo.

     

    Consulte os códigos abaixo apresentados e tome nota dos seus consumos: 

    Código 1.8.1 - Consumo em horas de vazio

    Código 1.8.2 – Consumo em horas de ponta

    Código 1.8.3 – Consumo em horas de cheias  

     

    Se tiver dúvidas pode: 

    1.        assistir ao vídeo;

    2.        consultar aqui o folheto informativo. 

     

    Restantes contadores

    Verifique aqui qual a marca e modelo do contador e siga os passos indicados no vídeo.

  143. Se o contador não está acessível ao leitor, deve-lhe ser facultado o acesso. Se não o fizer, após um período prolongado sem leituras, entraremos em contato consigo e agendaremos uma visita para a realização de uma leitura extraordinária, com custo de 6,64 euros (+ IVA 23%).

    Se se mantiver a dificuldade do acesso ao contador, poderemos proceder à interrupção do fornecimento de energia elétrica, conforme previsto na regulamentação.

  144. As equipas de leitores ao serviço da E-REDES fazem leituras trimestralmente

  145. Deverá dar uma leitura. Pode fazê-lo a partir da nossa APP, através do 800 507 507 (24h/dia, chamada grátis) ou através do nosso site, clicando aqui

  146. A leitura em roteiro normal, efetuada pelos leitores ao serviço da E-REDES com frequência trimestral, não tem qualquer custo para o cliente.

    No entanto, se não for possível o acesso ao contador durante um período alargado, a E-REDES pode realizar uma leitura extraordinária com custos para o cliente, conforme definido pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.

    Atualmente este custo é de €6,64 (acresce IVA à taxa legal), conforme definido no Regulamento das Relações Comerciais (RRC) e será incluído na fatura de energia elétrica a emitir pelo seu comercializador.

  147. De acordo com os artigos 75.º e 269.º do Regulamento de Relações Comerciais, o fornecimento pode ser interrompido com notificação prévia. Trata-se de uma situação de último recurso e que só se aplica em casos em que não seja facultado o acesso ao leitor repetidamente.

  148. Nesta situação deverá comunicar-nos uma leitura até à data referida na comunicação que recebeu.

    Se continuarmos a não receber qualquer leitura iremos deslocar-nos até à sua instalação na data e horas indicadas na comunicação por si recebida. Nesta deslocação é indispensável a sua presença ou de alguém que o represente para facilitar o acesso ao contador.

    Poderá alterar esta data contactando a nossa linha 808 100 100 ou 218 100 100 (8h-22h, dias úteis, custo da chamada definido pelas condições do seu tarifário) num prazo máximo de 10 dias a contar da data da presente comunicação.

    Se não conseguirmos obter qualquer leitura do contador no prazo de 30 dias após a data de envio da comunicação recebida o fornecimento de energia elétrica será interrompido.

    Para que o fornecimento seja de novo retomado é obrigatória a obtenção de uma leitura e terá de pagar o valor das despesas relativas ao corte e restabelecimento que poderão variar entre €22,38 e €108,68 (acresce IVA à taxa legal), de acordo com os meios utilizados para a sua interrupção, valor que será incluído na fatura de eletricidade do seu comercializador.

  149. Se o seu contador apresenta alguma anomalia pode informar-nos através do formulário “Fale Connosco / Contadores” disponível no canto inferior esquerdo do nosso site.

  150. Os contadores são da propriedade E-REDES, sendo por isso da sua responsabilidade a decisão de os substituir. Nos casos em que não exista acesso direto ao contador, o cliente deverá sempre facultar o acesso. 

  151. Os contadores são da propriedade E-REDES, sendo por isso da sua responsabilidade a decisão de os substituir. Nos casos em que não exista acesso direto ao contador, o cliente deverá sempre facultar o acesso. 

  152. Sim. Poderá fazê-lo através de um dos formulários do nosso site. Contudo, a leitura extraordinária tem um custo associado de 6,64 (+ IVA).

  153. Se as leituras não estiverem de acordo com o que está registado no contador pode informar-nos dessa situação através do formulário do nosso site Fale Connosco / Leituras e Contadores. Para consultar as suas últimas leituras registe-se na área reservada, clicando aqui. 

  154. A instalação e disponibilização para uso público e/ou privado pode proporcionar muitos benefícios. Estes serão distintos para edifícios residenciais, via pública, escritórios ou superfícies comerciais, dependendo dos valores, objetivos traçados por cada interessado e as características do local onde o posto de carregamento será instalado.

    Algumas das razões e benefícios que os interessados podem e devem considerar:

    • Atração e retenção de clientes;
    • Reconhecimento corporativo e da marca;
    • Atração e retenção de funcionários e colaboradores;
    • Melhoria da saúde pública;
    • Divulgação de produtos e serviços;
    • Redução das despesas de abastecimento e manutenção de frotas de veículos;
    • Geração de receitas decorrentes de taxa de estacionamento e outros serviços;
    • Geração de receitas decorrentes da operação do posto de carregamento de veículos elétricos;
    • Créditos decorrentes da redução das emissões de carbono.
  155. 1. Faça o seu pedido de ligação à rede elétrica

    2. Quer saber quanto custa? Simule o orçamento de ligação da sua instalação à rede elétrica.

    3. Já recebeu o orçamento e aceita as condições e custos. Saiba como fazer o pagamento.

    4. Quais os prazos para conclusão da obra?

    5. Garanta que tem a sua instalação certificada pela Direção-Geral de Energia e Geologia

    6. Último passo! Faça o seu contrato de fornecimento de eletricidade com um comercializador de energia.

  156.   Já está ligado à rede de distribuição

    Basta celebrar um contrato de fornecimento de eletricidade com um comercializador de energia. Consulte o site da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos para conhecer a lista de comercializadores.

     

      A sua instalação ainda não está ligada à rede de distribuição

    Solicite a ligação à rede elétrica em Baixa Tensão e o respetivo orçamento. Faça aqui a simulação de quanto poderá custar a ligação da sua instalação à rede elétrica.

     

     

    Como realizar o pedido

    - Para Requisição de uma ligação em Baixa Tensão, preencha e envie este formulário

    - Para fazer o pedido de Condições de Ligação à Rede, preencha e envie este formulário

    - Poderá também fazer o seu pedido num Ponto de Atendimento E-REDES 

    - Para mais informações consulte o Manual das ligações

     

    Informação e elementos necessários para fazer o seu pedido de ligação

    Instalações definitivas

    -   Cartão do cidadão / bilhete de identidade / passaporte 

    -   Cartão de identificação de pessoa coletiva

    -   Morada de contacto

    -   Número de telefone de contacto

    -   Morada da instalação a ligar com indicação das coordenadas geográficas

    -   Potência a requisitar

    -   Características técnicas da instalação a ligar

    -   Ficha Eletrotécnica preenchida e assinada por técnico qualificado,

    -   Planta topográfica (imprescindível se a morada não for por si só identificadora do local para o qual a requisição é solicitada),

    -   Licença municipal de construção ou declaração subscrita pelo proprietário ou técnico responsável, em como a obra não está sujeita a licenciamento municipal.

    Para mais informações consulte a Requisição de Ligação.

    Nos casos em que já recebeu informação sobre a viabilidade do fornecimento de energia, deverá apresentar a comunicação da E-REDES com a indicação do Número  de Identificação do Prédio (NIP).

     

  157. O Código do Ponto de Entrega (CPE) é uma chave única que identifica a instalação e que encontra na fatura de eletricidade. Caso não tenha uma fatura, poderá solicitar este código através do formulário “Fale Connosco / Dados da minha instalação” no nosso site ou ligando para os números 808 100 100/218 100 100 (8h-22h, dias úteis, custo chamada definido pelas condições do seu tarifário).

  158. Quando realiza um pedido de ligação à rede terá de suportar os encargos iniciais do processo para que o mesmo avance:

     

    ENCARGOS INICIAIS DO PROCESSO DE LIGAÇÃO À REDE

    ·       Custos com serviços de ligação

    Estes serviços podem incluir:

    o   Deslocação ao local para avaliar o traçado, o ponto de ligação e de receção de energia;

    o   Estudos para a elaboração de condições de ligação;

    o   Elaboração de Orçamento de ligação a rede;

    o   Acompanhamento, fiscalização e receção da obra.

     

    Estes custos são fixados pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos e atualizados anualmente. Não incluem o custo com a elaboração do projeto de eletricidade, que é da responsabilidade de quem solicita a ligação, quando este for necessário.

     

    ·       Comparticipação nas redes

    Estes custos são fixados pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, atualizados anualmente, e dependem exclusivamente da potência requisitada.

     

    Poderá fazer uma simulação do custo do orçamento de ligação à rede através deste link ou consultar o Manual de Ligações

     

    Depois deste pagamento receberá o seu orçamento no prazo de 15 dias úteis.

     

    ORÇAMENTO DE LIGAÇÃO À REDE

    O orçamento da E-REDES apresentará as condições de ligação, os prazos de execução, as informações sobre as dimensões e características técnicas da ligação e caracterização dos materiais a utilizar.

    Neste orçamento tomará conhecimento sobre as opções possíveis de ligação e os custos a suportar:



    ·       Custos com elementos de rede de uso exclusivo

    Dizem respeito a custos incorridos apenas com a ligação da instalação em causa.

     

    Estes custos serão suportados pelo requisitante até ao comprimento de 30 metros de cabo.


    É da responsabilidade de quem solicita a ligação à rede a execução dos elementos de rede de uso exclusivo, recorrendo a técnicos ou empresas com competências para o efeito.

     

    ·       Custos com elementos de rede de uso partilhado, se aplicável

     

    Este tipo de custos ocorrem quando existe a ligação de uma ou mais instalações e são calculados em função da potência requisitada, da distância e da tipologia da ligação (aérea ou subterrânea).

    Estes preços são definidos pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos e atualizados anualmente.

     

    ·       Outros encargos, se aplicável:

    o   Taxas de licenciamento dos elementos de ligação a construir;

    o   Valores decorrentes da emissão de pareceres, licenças ou garantias que sejam necessárias para o mesmo fim;

    o   Indemnização de proprietários de terrenos atravessados pelas linhas;

    o   Taxas relativas a autorizações de travessias de estradas, caminho de ferro.

    Estes encargos poderão não fazer parte do orçamento inicial e ser faturados posteriormente, antes do encerramento da obra. 

     

    Nota: Alertamos que o orçamento inicialmente apresentado pela E-REDES pode ser alterado em particular nos casos em que o traçado da rede inicialmente previsto tenha que revisto por factos não imputáveis à E-REDES

  159. Após submissão do pedido de ligação à rede terá de pagar os encargos iniciais. Depois deste pagamento receberá o seu orçamento no prazo de 15 dias úteis.

    O orçamento da E-REDES apresentará as condições de ligação, os prazos de execução, as informações sobre as dimensões e características técnicas da ligação e caracterização dos materiais a utilizar.

  160. Os prazos para execução da obra e condições gerais para a ligação serão indicados no orçamento que lhe será enviado, conforme o tipo de ligação à rede efetuado.

     

  161. O orçamento enviado pela E-REDES apresentará as opções de construção possíveis.

    Quando apenas existe a construção de rede de uso exclusivo, deverá ser o requisitante a promover a execução da mesma. Esta execução deverá ser realizada por prestadores de serviços habilitados para o efeito, nos termos da legislação e regulamentação aplicáveis. Pode consultar a lista aqui.

    Nas restantes situações poderá existir a possibilidade da E-REDES executar parte ou a totalidade da obra.

  162. Caso o pedido de ligação à rede tenha um prazo de execução superior a 20 dias e a aceitação do orçamento tenha ocorrido há menos de 5 dias, é possível.

    Em todos os outros casos, não há essa possibilidade.

  163. - A conclusão das obras de ligação à rede;

    - O pagamento dos custos associados ao pedido de ligação;

    - A certificação da instalação pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), nas condições do Dec. Lei 96/2017;

    - O contrato de fornecimento de energia elétrica com um comercializador de energia.

     

  164. Faça o seu pedido através do formulário “Fale Connosco / Desvios de rede e postes”. Em alternativa, poderá contactar-nos através do 808 100 100 (8h-22h, dias úteis, custo chamada local) ou dirigir-se a um dos nossos pontos de atendimento.

  165. Contacte o seu gestor ou envie um pedido de condições de ligação à rede de média tensão para PCL.MT@e-redes.pt, acompanhado da informação complementar solicitada no formulário.

  166. Este tipo de ligação à rede serve para fornecer energia a instalações de carácter temporário e destinando-se tipicamente a instalações para reparações, trabalhos, ensaios de equipamentos, obras e estaleiros e apenas se aplicam a ligações em Baixa Tensão (BT).

    A obrigação da E-REDES para a ligação de instalações provisórias está condicionada à disponibilidade da rede de distribuição e ao cumprimento das normas legais e regulamentares em vigor, não podendo prejudicar a normal exploração da rede nem constituir perigo para pessoas e bens.

  167. Após receber, por carta ou e-mail, a resposta ao pedido de condições de ligação à rede, poderá submeter o pedido de ligação junto do seu gestor ou através do e-mail plrmt@e-redes.pt. Dentro de 15 dias úteis após a submissão do seu pedido, a E-REDES irá enviar-lhe a informação referente aos encargos iniciais associados à ligação.   

    Se aceitar o valor dos encargos iniciais e fizer o pagamento, cujo comprovativo terá que ser apresentado ao seu gestor ou enviado para o e-mail plrmt@e-redes.pt, irá receber uma informação com os seguintes elementos:

    • o orçamento da obra;
    • prazos de validade de condições e pagamento;
    • prazos e opções de execução;
    • informações sobre as dimensões e caraterísticas técnicas da ligação;
    • encargos respeitantes a elementos de ligação para uso partilhado.
  168. O fornecimento de eletricidade inicia-se após:

    • execução da ligação à rede;
    • liquidação dos encargos de ligação à rede;
    • entrega da obra a cargo do requisitante, caso seja aplicável;
    • instalação de equipamento de medição;
    • autorização dos proprietários dos terrenos atravessados pela linha;
    • passagem para a E-REDES da parcela de terreno onde se situa o posto de corte, caso seja aplicável;
    • licenciamento, vistoria e autorização da entrada em exploração pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) de:
      • instalação do requisitante;
      • elementos de ligação à rede.
    • celebração de protocolo de exploração;
    • inspeção das proteções de interligação, caso existam;
    • contrato de fornecimento de energia elétrica com um comercializador.
    • Cartão de Contribuinte (NIF ou NIPC) e cartão de cidadão ou Passaporte;
    • Licença Municipal de Construção ou declaração subscrita pelo proprietário ou técnico responsável, em como a obra não está sujeita a licenciamento camarário; 
    • Ficha Eletrotécnica com a potência requisitada à rede, assinada pelo técnico responsável;
    • Coordenadas geográficas do ponto de receção de energia ou planta de localização à escala adequada;
    • Declaração de conformidade da execução ou termo de responsabilidade pela execução de instalações elétricas, nos termos do DL 96/2017, independentemente do valor da potência requisitada.

    O Termo de responsabilidade a utilizar para efeitos de realização da obra está definido no Despacho 28/2018 da D.G.E.G (Direção Geral de Energia e Geologia) de 15 de maio.

     

    Caso a potência requisitada seja superior a 41,4kVA, será também necessário:

    • Termo de responsabilidade pela exploração nos termos da alínea f) do ponto 1 do Artigo 15.º do Dec. Lei 96/2017;
    • Pedido prévio de condições técnicas de ligação à rede, que deverá ser solicitado à Área de Rede e Clientes da EDP Distribuição respetiva, conforme informação disponível em www.edpdistribuição.pt, na área profissionais, instalações tipo C.

     

    A montagem e desmontagem do ramal de ligação temporária à rede é da inteira responsabilidade do requisitante, através de empreiteiro habilitado para o efeito.

  169. As ligações de uma instalação provisória à rede pagam apenas os serviços de ligação, Tabela de custo

  170. Após aceitação das condições de ligação e pagamento dos encargos descritos no orçamento, é executada a ligação à rede pela E-REDES ou pelo próprio requisitante, de acordo com a opção escolhida por si.

  171. A avaliação de um pedido de ligação de alta tensão implica a elaboração de estudos de redes e de viabilidade com custos associados aos recursos envolvidos. Só após o pagamento desses custos é que a E-REDES dará início ao processo.

    Para formalizar o pedido deverá:

    ● preencher o formulário de pedido de ligação à rede;

    ● anexar plantas à escala conveniente da localização da subestação;

    ● indicar as coordenadas geográficas e caraterísticas técnicas das instalações.

    Estes elementos deverão ser enviados para a E-REDES, para o seu gestor ou para PLRAT@e-redes.pt.

    Após a formalização do pedido e o pagamento prévio de encargos referente aos custos de serviços para elaboração dos estudos técnicos e do orçamento no valor de €24 000 (+IVA), cujo comprovativo deve ser enviado ao seu gestor ou pelo e-mail PLRAT@e-redes.pt, o prazo para apresentação do orçamento é de 45 dias úteis contados a partir da data de pagamento do valor acima referido (salvo situações não imputáveis à E-REDES, como atrasos em pareceres solicitados a entidades externas).

  172. A construção dos elementos de ligação à rede de alta tensão é acordada entre si e a E-REDES, devendo ter em consideração que a construção de obras que decorram em instalações da E-REDES, como é o caso de painéis em subestações, a obra não pode ser executada por terceiros.

    A ligação à rede é efetuada através de linhas aéreas ou cabos subterrâneos, sendo que será obrigatória a existência de um posto de corte de alta tensão junto da sua subestação.

    O terreno destinado ao posto de corte terá de ter acesso direto a partir da via pública e o direito de utilização de superfície será sempre da E-REDES, caso não seja sua propriedade. Os serviços auxiliares do posto de corte de alta tensão, para telecomando do mesmo, devem possuir uma alimentação a partir da rede de distribuição pública em média tensão.

  173. The power supply shall start after:
    •    grid connection implementation;
    •    settlement of grid connection cost;
    •    delivery of the work for which the applicant is responsible, where applicable;
    •    installation of metering equipment;
    •    authorisation from the land owners crossed by the power line;
    •    transfer to E-REDES of the plot of land where the switching station is located, where applicable;
    •    licensing, surveying and authorisation of the coming onstream by the Directorate-General for Energy and Geology (DGEG) of:
             o the premise of the applicant;
             o the grid connection infrastructure.
    •    the signing of an operating protocol;
    •    inspection of the interconnection protections, if any;
    •     electricity supply contract with a supplier.

  174. A avaliação de um pedido de ligação de alta tensão implica a elaboração de estudos de redes e de viabilidade com custos associados aos recursos envolvidos. Só após o pagamento desses custos é que a E-REDES dará início ao processo.

    Para formalizar o pedido deverá:

    • preencher o formulário de pedido de ligação à rede;
    • anexar plantas à escala conveniente da localização da subestação;
    • indicar as coordenadas geográficas e caraterísticas técnicas das instalações.

    Estes elementos deverão ser enviados para a E-REDES, para o seu gestor.

    Após a formalização do pedido e o pagamento prévio de encargos relativos aos custos de serviços para elaboração dos estudos técnicos e do orçamento no valor de 24.360,00€ (+IVA), cujo comprovativo deve ser enviado ao seu gestor, o prazo para apresentação do orçamento é de 45 dias úteis a partir da data de pagamento do valor acima referido (salvo situações que não são da responsabilidade da E-REDES, como atrasos em pareceres solicitados a entidades externas).

  175. A construção dos elementos de ligação à rede de alta tensão é acordada entre si e a E-REDES. No caso de obras cuja construção decorra em instalações da E-REDES, como na colocação de painéis em subestações, estas não podem ser executadas por terceiros. 

    A ligação à rede é efetuada através de linhas aéreas ou cabos subterrâneos, sendo que será obrigatória a existência de um posto de corte de alta tensão junto da sua subestação.

    O terreno destinado ao posto de corte terá de ter acesso direto a partir da via pública e o direito de utilização de superfície será sempre da E-REDES, caso não seja sua propriedade.

    Os serviços auxiliares do posto de corte de alta tensão, para telecomando do mesmo, devem possuir uma alimentação a partir da rede de distribuição pública em média tensão.
     

  176. O fornecimento de energia elétrica inicia-se após:

    • execução da ligação à rede;
    • liquidação dos encargos de ligação à rede;
    • entrega da obra a cargo do requisitante, caso seja aplicável;
    • instalação do equipamento de medição;
    • autorização dos proprietários dos terrenos atravessados pela linha;
    • transmissão para a E-REDES da parcela de terreno onde se situa o posto de corte, caso seja aplicável;
    • licenciamento, vistoria e autorização da entrada em exploração pela Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG) de:
      • instalação do requisitante;
      • elementos de ligação à rede.
    • celebração de protocolo de exploração;
    • inspeção das proteções de interligação, caso existam;
    • contrato de fornecimento de energia elétrica com um comercializador.
  177. Os dados pessoais obtidos serão tratados pela E-REDES de forma confidencial e utilizados exclusivamente para assegurar o cumprimento das obrigações legais e dos interesses legítimos da E-REDES, com a devida salvaguarda dos direitos liberdades fundamentais do titular dos dados pessoais, tratados apenas durante o período estritamente necessário para a prossecução das seguintes finalidades de tratamento e prazos de conservação:

    •  Planeamento e construção de rede;

    Durante a vida útil do ativo em exploração

     

    • Acesso às redes;
    • Leitura e disponibilização de dados;
    • Registo do ponto de entrega;

    Até 10 anos ou, em alguns casos, durante toda a existência do CPE e RPE;

     

    • Ligações às redes;
    • Exploração e operação das redes;
    • Jurídico e administrativo;
    • Auditorias;

    Até 20 anos;

     

    • Faturação e Gestão de dívida;
    • Anomalias de consumo;
    • Reporte ao regulador;

    Até 10 anos;

     

    • Mudança de comercializador
    • Eficiência operacional e melhoria contínua
    • Atendimento a clientes e Tratamento de reclamações;
    • Intervenções no local de consumo;

    Até 5 anos.

  178. Os dados que estejam identificados, nos formulários disponibilizados pela E-REDES, com um asterisco (*), serão de preenchimento obrigatório para cumprir a finalidade contratual ou legalmente estabelecida.


    Como tal, caso os mesmos não sejam facultados os mesmos, a E-REDES não poderá atender ao pedido do seu titular.

  179. Nos termos da legislação aplicável, é garantido ao titular dos dados o direito de acesso, retificação e atualização dos seus dados pessoais, bem como o direito de oposição ao tratamento, portabilidade e esquecimento, sempre que o exercício desses direitos não seja incompatível com o cumprimento das finalidades enunciadas e com as obrigações legais de manutenção e conservação dos dados.

    Para o exercício dos direitos referidos, o titular dos dados deverá dirigir um pedido, por escrito, à E-REDES, através dos contactos oficiais publicados no site da E-REDES ou dirigir-se a qualquer loja da E-REDES.

    Em qualquer dos casos, se o titular dos considere que a E-REDES não assegurou os direitos de que o mesmo dispõe nos termos da legislação aplicável sobre proteção de dados, poderá apresentar uma reclamação perante a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD), enquanto Autoridade de Controlo, utilizando os contactos disponibilizados por esta entidade para o efeito.

  180. A E-REDES poderá transmitir os dados que trata a entidades subcontratadas, apenas para a execução das finalidades descritas, durante o período estritamente necessário para a prossecução mesmas , sujeitando as entidades com as quais contrata às obrigações de sigilo, de confidencialidade e de segurança no tratamento, que decorrem da presente informação, certificando-se de que todos os seus trabalhadores, prestadores de serviços e fornecedores têm conhecimento de estarem obrigados ao cumprimento escrupuloso de tais obrigações.

    A disponibilização de dados pessoais a terceiros, que não abrangidos no ponto anterior, está dependente da prévia obtenção do consentimento do titular dos dados, de forma livre, específica, informada, inequívoca expressa e revogável, e processar-se-á nos estritos termos previstos na legislação e regulamentação aplicáveis, ou ainda quando a transmissão seja efetuada no âmbito do cumprimento de uma obrigação legal, de uma deliberação das autoridades, ,de uma ordem judicial, para proteger interesses vitais dos titulares dos dados ou qualquer outra finalidade legítima prevista na lei.

    A E-REDES realizará o tratamento de dados pessoais integralmente no território do Espaço Económico Europeu, pelo que não está prevista a transferência internacional de dados pessoais.

  181. A E-REDES compromete-se a desenvolver os seus melhores esforços para pôr em prática as medidas técnicas e organizativas adequadas para proteger os dados pessoais dos respetivos titulares contra acessos não autorizados. Para o efeito utiliza sistemas de segurança, regras e outros procedimentos com vista a impedir a sua destruição, acidental, ou ilícita, a perda acidental, a alteração, a difusão ou o acesso não autorizado.

    Apesar dos esforços da E-REDES para proteger os seus dados pessoais, nos casos em que os dados pessoais são recolhidos através de uma rede aberta – a internet – poderão os mesmos circular na rede sem condições de segurança, correndo o risco de serem vistos e utilizados por terceiros não autorizados.

  182. A E-REDES não adota decisões automatizadas baseadas no tratamento dos seus dados pessoais.

  183. Para qualquer questão relacionada com o Regulamento Geral de Proteção de Dados, poderá contactar o Encarregado de Proteção de dados, através do seguinte endereço de correio eletrónico: dpo@e-redes.pt.

  184. Casa: Carregue o seu carro na comodidade da sua casa.

    Trabalho: Aproveite o tempo que passa a trabalhar para carregar o seu veículo.

    Via pública: Pode ainda carregar o seu veículo nos postos de carregamento existentes na via pública.

    Outros: Existem muitos estabelecimentos, como restaurantes, hotéis e centros comerciais, que oferecem a possibilidade de carregar o seu veículo elétrico.

  185. Casa/Trabalho/Outros (Condomínios residenciais, parques de estacionamento, espaços privados)

    Para efetuar o carregamento numa tomada convencional, é normalmente usado um cabo fornecido pelo fabricante do veículo elétrico. Por norma, a potência deste tipo de carregamento é de 2,3kW. Isto significa que são precisas cerca de seis horas para efetuar um carregamento equivalente a 100 km de autonomia.

    No caso das wallboxes - um posto de carregamento doméstico - o cabo pode ser fornecido pelo fabricante do veículo elétrico ou estar integrado na wallbox. A potência deste tipo de carregamentos pode ser entre 3,7kW e 22kW. Nestes postos de carregamento doméstico são necessários entre 45 minutos e quatro horas para efetuar um carregamento equivalente a 100 km de autonomia.

    Tomadas:

    Schuko (instalação)

    Mennekes (wallbox/VE)

     

    Via pública - Postos de carregamento

    Existem dois tipos de postos de carregamento: postos de carregamento normais (PCN) e postos de carregamento rápidos (PCR).

    Habitualmente, os postos de carregamento normais disponibilizam tomadas do Mennekes e potências de carregamentos entre os 3,7kW e os 22kW. Nestes, é efetuado em corrente alternada e são necessários entre 45 minutos e quatro horas para efetuar um carregamento equivalente a 100 km de autonomia.

    No caso dos postos de carregamento rápidos, caraterizados por potências de carregamento superiores a 22kW, o abastecimento pode ser feito em corrente alternada ou contínua. Neste caso, são utilizadas tomadas do tipo CHAdeMO ou CCS que possuem sempre um cabo de carregamento integrado. Dependendo do tipo de bateria e veículo elétrico, um carregamento equivalente a 100 quilómetros de autonomia demora cerca de 20 minutos a efetuar.

    Tomadas:

    CHAdeMO

    CCS (COMBO)

  186. O fornecimento de energia elétrica inicia-se após:

    • execução da ligação à rede;

    • liquidação dos encargos de ligação à rede;

    • entrega da obra a cargo do requisitante, caso seja aplicável;

    • instalação de equipamento de medição;

    • autorização dos proprietários dos terrenos atravessados pela linha;

    • transmissão para a E-REDES da parcela de terreno onde se situa o posto de corte, caso seja aplicável;

    • licenciamento, vistoria e autorização da entrada em exploração pela Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG) de: o instalação do requisitante; o elementos de ligação à rede.

    • celebração de protocolo de exploração;

    • inspeção das proteções de interligação, caso existam;

    • contrato de fornecimento de energia elétrica com comercializador.

  187. Este processo de registo funciona como uma ferramenta de pesquisa, permitindo a seleção de fornecedores a partir de uma base de dados.

    O registo será validado após submissão, por parte do fornecedor, de todas as formalidades relativas ao processo. O fornecedor será notificado por e-mail, sendo-lhe atribuído o número de utilizador e respetiva chave de acesso.

    O fornecedor tem total responsabilidade pela manutenção da informação de registo atualizada e fidedigna perante a E-REDES.

  188. Para tal, poderá reportar-nos a situação através do seguinte formulário de Comunicação Prejuízos, identificando o Código do Ponto de Entrega (CPE) afetado, referindo o dia e hora da ocorrência bem como a descrição dos equipamentos que se avariaram.

    Se o incidente elétrico foi a causa dos prejuízos, a E-REDES assume a sua regularização. Iremos responder-lhe num prazo máximo de 15 dias úteis.

    Se precisar de reparar ou substituir equipamentos antes de receber a nossa resposta:
    1. o equipamento tem reparação
    Guarde a fatura da reparação. Se viermos a indemnizá-lo vamos precisar dela

    2. o equipamento não pode ser reparado e tem de comprar um novo
    Se viermos a indemnizá-lo, será necessário que:
    - um técnico credenciado passe uma declaração em como o equipamento não tem reparação;
    - guarde o equipamento avariado, para que possamos verificá-lo;
    - guarde a fatura da compra do novo equipamento;
    - o equipamento novo tenha caraterísticas iguais ou equivalentes ao danificado.  

    3. Para para comprar um equipamento novo poderá:
    - aproveitar a parceria que temos com a UON Consulting, que lhe permite ter condições vantajosas. Para saber mais, envie um email para plataforma.equipamentos@uongroup.com ou ligue 210 328 821.
    - comprá-lo numa loja à sua escolha.  Se o indemnizarmos, o valor dessa indemnização não poderá ser superior ao que é praticado pela UON Consulting.

  189. Para que consigamos de forma mais rápida associar esta informação à enviada anteriormente, deverá referir que já reportou a situação e que apenas está a complementar a informação enviada.

    Complemente a informação enviada anteriormente através do formulário de Comunicação de Prejuízos, identificando o Código do Ponto de Entrega (CPE) afetado, referindo o dia e hora da ocorrência bem como a descrição dos equipamentos que se avariaram.

    Em alternativa poderá ligar para o 808 100 100 ou 218 100 100 (8h-22h | Dias úteis | Custo da chamada definido pelas condições do seu tarifário).

  190. Em princípio, as interrupções do fornecimento de energia não causam danos em equipamentos.

    No entanto, se pretender reportar-nos a situação poderá fazê-lo através do  formulário Comunicação de Prejuízos, identificando o Código do Ponto de Entrega (CPE) afetado, referindo o dia e hora da ocorrência bem como a descrição dos equipamentos que se avariaram.

    Vamos responder-lhe num prazo máximo de 15 dias úteis.

    Se precisar de reparar ou substituir equipamentos antes de receber a nossa resposta:  

    1. Se verifica que o equipamento ainda poderá ser reparado
    Se decidir reparar o equipamento antes de receber a nossa resposta, guarde a fatura da reparação. Se viermos a indemnizá-lo vamos precisar dela  

    2. Se o equipamento não pode ser reparado e tem de comprar um novo
    Se viermos a indemnizá-lo, será necessário que:
    - um técnico credenciado passe uma declaração em como o equipamento não tem reparação;
    - guarde o equipamento avariado, para que possamos verificá-lo;
    - guarde a fatura da compra do novo equipamento;
    - o equipamento novo tenha caraterísticas iguais ou equivalentes ao danificado.  

    3. Para para comprar um equipamento novo poderá:
    - aproveitar a parceria que temos com a UON Consulting, que lhe permite ter condições vantajosas. Para saber mais, envie um email para plataforma.equipamentos@uongroup.com ou ligue 210 328 821.
    - comprá-lo numa loja à sua escolha Se o indemnizarmos, o valor dessa indemnização não poderá ser superior ao que é praticado pela UON Consulting.


     

  191. O operador de rede de distribuição deve determinar, em cada ano civil e para todos os pontos de entrega:

    > Número de interrupções;

    > Duração total das interrupções, em minutos.

     

  192. > ocorrências classificadas como eventos excecionais pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos;

    > impossibilidade de aceder às instalações do cliente, caso o acesso se revele indispensável ao cumprimento dos padrões individuais de qualidade;

    > não disponibilização pelo cliente da informação mínima indispensável ao tratamento das reclamações;

    > quando o cliente não cumpre os procedimentos regulamentares para solicitação de serviços ou apresentação de reclamações;

    > no caso de instalações de utilização classificadas de "Eventuais";

    > outras situações em que os clientes afetados não diligenciem no sentido de permitir o desenvolvimento das ações necessárias ao cumprimento dos padrões individuais de continuidade de serviço.

  193. Para efetuar o seu pedido de ligação à rede deve ter em consideração a potência que necessita para a sua instalação, mas se este fizer parte de um edifício coletivo, o seu pedido de alimentação deve também considerar a soma das potencias de todas as instalações do edifício.
    Sugerimos que contacte um técnico responsável, eletricista ou engenheiro eletrotécnico, para lhe auxiliar no pedido.

     

    Potências superiores a 41,4kVA
    A partir de potências superiores a 41,4kVA, será necessário uma avaliação prévia das condições de ligação à rede em baixa tensão.
    Para efetuar este pedido de análise prévia das condições de ligação, será necessário que o seu técnico responsável nos envie um e-mail com um conjunto de elementos, que se encontram disponíveis na respetiva área reservada aos profissionais.

     

    Potências inferiores ou iguais a 41,4kVA
    Consideramos que para valores de potência inferiores a 41,4kVA, não será necessário, na sua generalidade, uma avaliação prévia das condições de ligação à rede. Para estes pedidos, a avaliação técnica e definição dos respetivos encargos serão feitos no pedido de ligação à rede elétrica, através do formulário disponível nesta página.

  194. Pode efetuar os seus pagamentos através de referência multibanco.  

  195. Para pedir uma ligação eventual à rede deverá preencher o formulário de pedidos de ligação, disponível no nosso site.

  196. Sim, estão identificados com coletes da empresa e credenciais próprias.

  197. Comece por verificar se existe luz na rua, se os seus vizinhos têm luz, se tem os pagamentos em dia ou se algum equipamento fez disparar o disjuntor. Se não identificar a origem da avaria, reporte a situação através do nosso site, separador “Podemos ajudar – Reportar anomalias e avarias”. Saiba mais aqui

    6 passos para resolver uma avaria elétrica em casa.

  198. Informe a E-REDES desta situação através da nossa APP, da linha 800 506 506 (chamada grátis, 24h) ou preenchendo o formulário do nosso site.

  199. Send your request to the local authority (City Council or Parish Council), the authority responsible for defining the number of lighting fixtures to be installed. In turn, it will contactE-REDES.

  200. A substituição do contador por um novo equipamento é independente do seu comercializador. No caso de mudança de comercializador, apenas será necessário substituir se pedir uma tarifa que o contador atual não consegue disponibilizar.

  201. Pode pedir esclarecimentos, informações ou apresentar uma reclamação através do formulário “FALE CONNOSCO” no nosso site, através dos números 808 100 100/218 100 100 (8h-22, dias úteis, custo chamada definido pelas condições do seu tarifário) ou, em alternativa, pode dirigir-se a um dos nossos Pontos de Atendimento.

    Saiba mais aqui

  202. Deve marcar o dia e hora que lhe forem mais convenientes. Se o seu contador estiver acessível aos técnicos, a substituição poderá acontecer sem a sua presença. Esta substituição do contador não tem quaisquer custos para si e não pode ser solicitado dinheiro ou alguma documentação pessoal para realizar a substituição.

  203. Este novo equipamento permite a recolha remota de leituras de forma automática, a execução de alguns serviços remotos e o acesso ao seu diagrama de cargas. Saiba mais sobre estes novos equipamentos e as Redes Inteligentes aqui.

  204. Sim. Qualquer técnico ao serviço da E-REDES está devidamente identificado através do colete e da respetiva credencial com a nova marca.

  205. Algum tempo após a substituição irá receber um SMS a informar que o equipamento já comunica remotamente. Caso ainda não tenha recebido este SMS, continua a ser necessária a recolha das suas leituras.

  206. Comece por verificar se existe luz na rua, se os seus vizinhos têm luz, se tem os pagamentos em dia ou se algum equipamento fez disparar o disjuntor. Se não identificar a origem da avaria, reporte a situação através do nosso site, separador “Podemos ajudar – Reportar anomalias e avarias”.

  207. Pode reportar uma fraude através da nossa app ou preenchendo o formulário do nosso site. A denúncia pode ser feita de forma totalmente anónima, para tal basta não preencher os “Dados para Contacto”.

  208. O que devo fazer se identificar uma situação proximidade de vegetação a uma linha elétrica?

    Caso verifique proximidade de uma árvore ou outra vegetação a uma linha aérea, com risco de eventual contacto a curto ou médio prazo, descreva-nos a situação no formulário  disponível no site ou através da nossa app. Saiba mais aqui.

  209. A Iluminação Pública é considerada a iluminação instalada nas vias públicas com a função de fornecer os níveis mínimos de iluminação, luminância e uniformidade necessários à circulação e segurança de pessoas e bens.

  210. A EDP Distribuição é concessionária da distribuição de electricidade de baixa tensão nos 278 municípios de Portugal Continental, numa base de exclusividade.

    A implementação, conservação e gestão das redes IP é da responsabilidade dos municípios, mas, nos termos dos contratos de concessão das redes de distribuição de electricidade em baixa tensão (BT), os municípios delegaram esta responsabilidade à concessionária - EDP Distribuição.

    No entanto, a gestão da iluminação pública (definição dos níveis e tempos de iluminação, tipo e número de lâmpadas e lâmpadas em serviço) continua a ser da responsabilidade dos municípios.

  211. Se detetou um candeeiro de rua que tem a lâmpada fundida, uma luz intermitente ou mesmo uma rua sem iluminação, deve informar a EDP Distribuição para que a anomalia seja corrigida o mais rapidamente possível. Pode fazê-lo de forma simples e rápida no nosso site ou na app EDP Distribuição. 

    Ao detetar e comunicar este tipo de avarias e problemas está a contribuir para uma rede de iluminação pública mais eficiente e segura e para o bem-estar de todos os cidadãos. 

    Se pretende solicitar a instalação de novos focos de Iluminação Pública, deverá dirigir o seu pedido à Autarquia local (Câmara Municipal ou Junta de Freguesia), uma vez que é da responsabilidade da Câmara Municipal a definição do número de aparelhos de iluminação que devem ser instalados, competindo-lhe desenvolver as diligências necessárias junto da EDP Distribuição. 

  212. Competências

    • A E-REDES enquanto ORD é responsável por ligar todos os locais de consumo à rede de distribuição, garantido a segurança e fiabilidade da rede para fornecimento de energia a todos os clientes. No caso da ME os locais de consumo correspondem aos postos de carregamento para VE ou instalações que contenham postos de carregamento para VE ligados à rede de ME.

    Atividades

    • Liga os locais de consumo à rede de distribuição.
    • A coexistência de vários comercializadores em simultâneo num mesmo ponto de entrega físico da rede implica a existência de trocas de informação entre Entidade Gestora da Rede de Mobilidade Elétrica (Mobi.E) e o ORD. Assim, a E-REDES enquanto ORD disponibiliza à EGME os consumos agregados de cada ponto de entrega onde estão ligado postos de carregamento de VE integrados na rede de mobilidade elétrica.

     

    Interação entre os diferentes elementos existentes no ecossistema da mobilidade elétrica em Portugal.

    • O normal fornecimento de energia elétrica aos Clientes não está comprometido. A atividade da EDP Distribuição continua a ser assegurada pelo empenho das equipas operacionais no terreno e por todos os restantes colaboradores que se encontram em regime de teletrabalho.

    • A EDP Distribuição está a assegurar os serviços que são essenciais para o normal funcionamento da sua atividade e aos quais dará prioridade, nomeadamente à gestão e operação da rede de distribuição de eletricidade e à reparação de avarias nas redes de alta, média e baixa tensão.

      Contudo, a EDP Distribuição face às medidas preventivas e de contingência da propagação do COVID-19 ajustou a sua atividade:

      - Suspensão de interrupções do fornecimento de energia elétrica, por iniciativa do comercializador, durante o estado de emergência e no mês subsequente;

      - Suspensão de visitas técnicas para leitura extraordinária e recolha de leituras no interior da instalação do Cliente;

      - As avarias na iluminação pública serão alvo de análise, a fim de assegurar o bem-estar e a segurança da população.

    • A E-REDES está a assegurar os serviços que são essenciais para o normal funcionamento da sua atividade e aos quais dará prioridade, nomeadamente:
      - Gestão e Operação da Rede de distribuição de eletricidade;
      - Avarias e Anomalias na Rede;
      - Manutenção de faixas de proteção (proximidade de vegetação) e gestão de combustível em situações de risco iminente;
      - Reparação de Avarias de Iluminação Pública com grande impacte;
      - Visitas Técnicas agendadas com Cliente, conforme estabelecido para as zonas de contenção e zonas de regime normal;
      - Ligações e Religações urgentes a Clientes*

      *Será dada prioridade aos Clientes prioritários e com necessidades especiais, conforme os critérios estabelecidos na regulamentação aplicável no setor elétrico.  

    • A E-REDES reforçou as suas medidas preventivas face à propagação do COVID-19, de forma segura e em concordância com o Plano de Contingência da Direção Geral de Saúde (DGS), de modo a garantir a continuidade da distribuição de energia elétrica em todo o país. 
      Foram feitos todos os esforços na reorganização das equipas operacionais, de modo a assegurar o fornecimento de energia elétrica e conseguir responder aos pedidos colocados pelos seus Clientes. 

    • As leituras serão asseguradas exceto se os equipamentos se encontrarem no interior das habitações e suspendeu-se a atividade de leituras extraordinárias. Estas são medidas excecionais que pretendem garantir a segurança de todos. 
      Pode comunicar a sua leitura através dos canais digitais como o site edpdistribuicao.pt ou a APP EDP Distribuição ou, em alternativa, através do número 800 507 507 (linha de leituras 24h/dia - grátis).
       

    • As equipas operacionais da EDP Distribuição, bem como os prestadores de serviço foram devidamente informados de todos os procedimentos de higiene e segurança que devem respeitar, segundo as orientações da Direção Geral da Saúde.

    • Na situação de um evento atmosférico atípico que possa causar interrupções massivas no fornecimento de energia, a E-REDES teria que acionar meios adicionais e adaptar a sua estrutura para conseguir garantir a respetiva reposição de serviço com a máxima brevidade.

    • A EDP Distribuição encerrou os 23 Pontos de Atendimento ao público, de norte a sul do país, no dia 16 de março, como medida de carácter preventivo e de controlo da propagação do vírus COVID-19. A medida será avaliada conforme a evolução da pandemia e das recomendações das entidades de Saúde e Governamentais.  

    • Face à situação de pandemia atual, houve necessidade de ajustar a estrutura do Contact Center, nomeadamente garantir que os colaboradores operem em teletrabalho.  
      As linhas do Contact Center continuam operacionais e a sua atividade está assegurada pelos colaboradores e prestadores de serviço da Empresa. 
      Pode entrar em contacto com a EDP Distribuição através dos números 800 506 506 (linha de avarias 24h/dia - grátis), 808 100 100  ou 218 100 100 (8h-22h | Dias úteis | Custo da chamada definido pelas condições do seu tarifário) (linha de apoio técnico 8h-22h, dias úteis – custo chamada local), ou 800 507 507 (linha de registo de leituras 24h/dia – grátis). 
      Adicionalmente, pode aceder aos canais digitais, tais como, o site ou a APP EDP Distribuição para reportar as situações necessárias.  

    • A EDP Distribuição dimensionou as equipas operacionais e a sua estrutura para continuar a assegurar as ligações requeridas por parte dos seus Clientes, dando primazia aos Clientes prioritários, conforme os critérios estabelecidos na regulamentação aplicável no setor elétrico.  

    • A EDP Distribuição dimensionou as equipas operacionais e a sua estrutura para continuar a assegurar as ligações requeridas por parte dos seus Clientes, dando primazia, aos Clientes prioritários, conforme os critérios estabelecidos na regulamentação aplicável no setor elétrico. Os Clientes prioritários são os que dependem do fornecimento elétrico para sobreviver, através da ventilação artificial, ou entidades que prestam serviços de segurança ou saúde à comunidade e para os quais a interrupção do fornecimento de energia pode causar graves problemas, como hospitais, bombeiros ou proteção civil. 

    • Todos os Clientes prioritários devem subscrever uma candidatura através do seu comercializador de energia. Só desta forma, o Operador de Rede de Distribuição (ORD) tem conhecimento da identificação dos Clientes classificados como prioritários.  

    • As equipas operacionais estão dimensionadas para responder às avarias com a brevidade que a Empresa já habituou os cidadãos. Contudo, o tempo de resposta está sempre associado à frequência de ocorrências. De acordo com os dados que dispomos, acreditamos que o dispositivo montado será capaz de fazer face às necessidades. 

    • Pode reportar a situação através dos canais digitais, como a APP E-REDES ou o site. Em alternativa, pode entrar em contacto com a E-REDES através do número 800 506 506 (linha de avarias 24h/dia - grátis).

    • A E-REDES continuará a responder a ligações e religações a pedidos dos Clientes, bem como a dar seguimento às visitas técnicas agendadas. Estas intervenções serão executadas cumprindo todas as normas de segurança e evitando, tanto quanto possível, o contacto e proximidade com os Clientes.

    • Pode entrar em contacto com a E-REDES através dos canais digitais como o site ou a APP E-REDES ou, em alternativa, através dos números 800 506 506 (linha de avarias 24h/dia - grátis), 808 100 100 ou 218 100 100 (8h-22h | Dias úteis | Custo da chamada definido pelas condições do seu tarifário), ou 800 507 507 (linha de registo de leituras 24h/dia – grátis).

    • A E-REDES reabriu, no dia 18 de maio, os diversos Pontos de Atendimento ao público, espalhados pelo país, que se encontravam encerrados na sequência da pandemia da COVID19, exceto o Ponto de Atendimento de Guimarães que se mantém encerrado temporariamente. 

    • Para além do atendimento prioritário terão também prioridade no atendimento os profissionais de saúde, os elementos das forças de segurança, proteção e socorro, forças armadas e prestação de serviços de apoio social.

    • No acesso e permanência ao interior do Ponto de Atendimento, será obrigatória a utilização de máscara e/ou viseira. 

    • No interior dos Pontos de Atendimento, os assistentes são obrigados a usar máscara e luvas.
      É obrigatório o uso de máscara e/ou viseira por parte dos Clientes. 
      Estão também implementadas e devidamente assinaladas as medidas que acautelam as distâncias de segurança entre os Clientes e os Assistentes nos Pontos de Atendimento, tais como a colocação de fitas no chão por forma a criar uma linha visual de distanciamento (2m) e a existência de acrílico entre os Clientes e os Assistentes.

    • Não. Para ser atendido nos nossos Pontos de Atendimento não necessita agendar.

    • De forma a evitar o contágio e/ou propagação do vírus, está suspensa a obrigação de facultar imediata e gratuitamente ao consumidor o Livro de Reclamações físico, podendo o Cliente apresentar eventuais reclamações diretamente junto do assistente do Ponto de Atendimento ou via canais digitais disponíveis. 

    • A localização dos Pontos de Atendimento pode ser consultada no site da EDP Distribuição, aqui.

    • Sim, os Clientes podem recorrer aos canais digitais da  E-REDES através do site (e-redes.pt) e da APP E-REDES ou, em alternativa, através dos números 808 100 100 808 100 100 ou 218 100 100 (8h-22h | Dias úteis | Custo da chamada definido pelas condições do seu tarifário), 800 506 506 (avarias, 24h/dia, grátis) ou 800 507 507 (registo de leituras, 24h/dia, grátis). 

    • Sim, de modo a garantir o distanciamento de 2 metros entre os assistentes e o limite máximo de 1 cliente por cada 20m2, o número de assistentes estará reduzido nesta fase, de modo a cumprir todas as condições de segurança.
       

    • Sim, os nossos assistentes estarão devidamente equipados com máscara e luvas.

    • Está assegurada a disponibilização de soluções líquidas de base alcoólica para os trabalhadores e Clientes junto de todas as entradas e saídas dos estabelecimentos, assim como no seu interior, em localizações adequadas para desinfeção de acordo com a organização de cada espaço. 

    • Antes de ser efetuado um Pedido de Ligação à Rede (PLR), o requisitante necessita de ter em consideração a potência que irá requisitar para a sua instalação, pois irá condicionar a potência máxima a contratar.

      Definimos o valor de 41,4kVA como a potência requisitada a partir da qual será necessária uma avaliação prévia das condições de ligação à rede em baixa tensão.

      A avaliação do total da potência requisitada corresponde à soma das potências de todas as instalações alimentadas do mesmo ramal, de acordo com coeficientes de simultaneidade previstos nas Regras Técnicas de Instalação Elétrica de Baixa Tensão (RTIEBT), conforme ficha eletrotécnica.

      Caso o prédio seja novo e tenha mais do que um ramal, deve ser entregue informação sobre todas as alimentações previstas, de forma a podermos avaliar a necessidade de definir condições técnicas especiais para as ligações à rede elétrica.

      Consulte aqui os endereços para envio da documentação associada aos seus pedidos de potência requisitada superior a 41,4kVA.

    • A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) determinou, através do Regulamento n.º 632/2017, de 21 de dezembro de 2017, a separação de imagem entre operadores do mesmo grupo económico no âmbito do setor elétrico, nomeadamente do Operador da Rede de Distribuição, em linha com as indicações da Comissão Europeia. Nesse sentido, a EDP Distribuição, enquanto Empresa operadora da rede de distribuição, tanto em alta tensão e média tensão, como em baixa tensão no setor elétrico, submeteu uma proposta de mudança da marca à ERSE no primeiro trimestre de 2018. Essa proposta foi aprovada pela ERSE a 11 de agosto de 2020 e implementada a 29 de janeiro de 2021.

    • Além da mudança de nome de EDP Distribuição para E-REDES, a nova marca conta com um logótipo cuja linha gráfica é marcada pelo novo nome da empresa a preto com a cor amarela em fundo. Com esta alteração de imagem, que deixa de ter elementos de cor ou design comuns a outras empresas do universo EDP, reforça-se também a identificação e a singularidade da operadora de redes de distribuição. 

    • A EDP Distribuição passou a designar-se E-REDES a 29 de janeiro de 2021.

    • A E-REDES continuará a ser a empresa do grupo EDP, que opera as redes de distribuição de energia em Portugal continental, em regime de concessão. 

    • O grande desafio deste processo de rebranding é garantir que todos têm conhecimento da alteração do nome e de marca, de modo a que a E-REDES ganhe a notoriedade necessária para assegurar a operacionalidade dos milhões de intervenções presenciais que fazemos no terreno, desde registo de leituras à realização de novas ligações. A rápida associação da nova marca ao operador da rede de distribuição impedirá eventuais recusas de acesso aos nossos operacionais ou até a utilização da marca antiga para práticas fraudulentas de terceiros junto de consumidores menos informados.

    • O “E” de E-REDES significa energia e a palavra “REDES” traduz, de forma muito clara, o nosso foco numa gestão integrada de toda a rede de distribuição, capaz de garantir fiabilidade, segurança, modernidade e sustentabilidade do sistema elétrico nacional e a salvaguarda do interesse dos consumidores, dos municípios e do país.   

    • A EDP Distribuição é uma marca sólida, credível e reconhecida por todos os portugueses. A nova marca E-REDES pretende assegurar a continuidade da qualidade do serviço, sem qualquer perturbação para os clientes finais. 

    • Se a visita técnica agendada não correu como prevista, por favor, informe-nos através do formulário “FALE CONNOSCO / Visitas Técnicas”.

    • Conheça todas as oportunidades disponíveis na E-REDES através do separador Oportunidades no nosso site e submeta a sua candidatura.

      Saiba mais aqui.

    • Conheça a lista e os horários de todos os Pontos de Atendimento da E-REDES aqui.

    • Pode agendar ou reagendar uma visita técnica através do formulário “Fale Connosco / Visitas Técnicas” disponível no canto inferior esquerdo do nosso site.

    • Pode consultar ou alterar os seus dados pessoais através da sua área reservada, através dos números 808 100 100/218 100 100 (8h-22, dias úteis, custo chamada definido pelas condições do seu tarifário) ou, em alternativa, pode dirigir-se a um dos nossos Pontos de Atendimento. Saiba mais aqui.

    • Na sua área reservada pode consultar e editar os seus dados pessoais e os dados da sua instalação, assim como consultar o histórico de leituras. Caso não consiga aceder à sua área reservada, entre em contacto connosco através do formulário “FALE CONNOSCO / O nosso atendimento”. 

    • Quaisquer encargos com o seu pedido deverão ser pagos através de referências multibanco que lhe serão enviadas para esse efeito.

    • Poderá contactar-nos através dos números 808 100 100/218 100 100 (8h-22, dias úteis, custo chamada definido pelas condições do seu tarifário) ou, em alternativa, pode dirigir-se a um dos nossos Pontos de Atendimento. Saiba mais aqui.

    • Elementos de Ligação para Uso Exclusivo

      • Suportado e executado pelo requisitante, até ao comprimento de 30 metros;

      Elementos de Ligação para Uso Partilhado

      • Ramal entre a instalação de utilização e a rede elétrica existente mais próxima;
      • Custos são regulados pela ERSE.
    • A Linha Empresarial foi desenhada para responder às necessidades de todas as empresas, independentemente do nível de tensão (baixa, média ou alta tensão).

    • O número da Linha Empresarial é o 800 912 912.

    • Através do número 800 912 912 poderá reportar a ocorrência de avarias, obter informações, formalizar pedidos de ligação à rede, agendar visitas técnicas, bem como esclarecer temas relacionados com o autoconsumo.

    • As chamadas para a Linha Empresarial são gratuitas.

    • A comunicação de avarias está disponível 24h por dia, durante todo o ano. Os restantes serviços estão disponíveis todos os dias úteis, das 8h00 às 22h00.

    • A Linha Empresarial foi desenvolvida para responder a todas as necessidades do seu negócio, através de um contacto exclusivo e inteiramente direcionado à sua empresa.

    • Sim, mas a Linha Empresarial é o ponto de contacto mais especializado para temas relacionados com o seu negócio.

    • Não. Tendo em conta que a EDP Distribuição apenas mudou de marca para E-REDES, não haverá a necessidade de voltar a facultar à Empresa os seus dados ou a fazer um novo registo na área reservada.

    • Sim. É a mesma Empresa, com uma nova marca. Pode continuar a entrar em contacto connosco através dos Pontos de Atendimento e das linhas de Apoio ao Cliente.

    • Sim. Apenas houve a alteração da designação comercial da Empresa.

    • Qualquer técnico ao serviço da E-REDES está devidamente identificado através do colete e da respetiva credencial. Em caso de dúvida, pode solicitar a credencial ao técnico ou recorrer às linhas de Apoio ao Cliente (800 100 100 ou 218 100 100) para esclarecimento.

    • A EDP Distribuição passou a designar-se E-REDES a 29 de janeiro de 2021. Como tal, a nova marca já figura em todas as comunicações e contactos com os Clientes.

       

    • Sim. Qualquer pedido que tenha sido feito junto da EDP Distribuição mantém o mesmo número, apesar da mudança da marca para E-REDES.

    • A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) determinou, através do Regulamento n.º 632/2017, de 21 de dezembro de 2017, a separação de imagem entre operadores do mesmo grupo económico no âmbito do setor elétrico, nomeadamente do Operador da Rede de Distribuição, em linha com as indicações da Comissão Europeia. Nesse sentido, a EDP Distribuição, enquanto empresa operadora da rede de distribuição, tanto em alta tensão e média tensão, como em baixa tensão, em Portugal continental, no setor elétrico, submeteu uma proposta de mudança da marca à ERSE no primeiro trimestre de 2018. Essa proposta foi aprovada pela ERSE a 11 de agosto de 2020.

    • Além da mudança de nome de EDP Distribuição – Energia, S.A. para E-REDES – Distribuição de Eletricidade, S.A., a nova marca E-REDES conta também com um logótipo, cuja linha gráfica é marcada pelo novo nome da empresa a preto com a cor amarela em fundo. Com esta alteração de imagem, que deixa de ter elementos de cor ou design comuns a outras empresas do universo EDP, reforça-se também a identificação e a singularidade da operadora de redes de distribuição.

    • A EDP Distribuição– Energia, S.A. (EDP Distribuição) passou a designar-se E-REDES – Distribuição de Eletricidade, S.A. (E-REDES) a partir de 29 de janeiro de 2021.
       

    • A E-REDES continua a ser a empresa do grupo EDP que opera as redes de distribuição de energia em Portugal continental, em regime de concessão.
       

    • O grande desafio é garantir que todos têm conhecimento da alteração, de modo a que a nova marca ganhe a notoriedade necessária para assegurar a operacionalidade dos milhões de intervenções presenciais que fazemos no terreno, desde registo de leituras à realização de novas ligações. A rápida associação da nova marca ao operador da rede de distribuição impedirá eventuais recusas de acesso aos nossos operacionais ou até a utilização da marca antiga para práticas fraudulentas de terceiros junto de consumidores menos informados.
       

    • O “E” de E-REDES significa energia e a palavra “REDES” traduz, de forma muito clara, o nosso foco numa gestão integrada de toda a rede de distribuição, capaz de garantir fiabilidade, segurança, modernidade e sustentabilidade do sistema elétrico nacional e a salvaguarda do interesse dos consumidores, dos municípios e do país.

    • Não. A E-REDES é a entidade responsável pela operação das redes de distribuição de energia elétrica em alta, média e baixa tensão no território continental, por concessão do Estado e dos 278 Municípios e nessa medida faz chegar eletricidade aos mais de seis milhões de pontos de entrega, qualquer que seja o comercializador escolhido pelos clientes. 

      Nessa medida, a E-REDES está inibida de comercializar eletricidade, por via das normas que consagram a separação de atividades no setor elétrico, pelo que não celebra contratos de venda de eletricidade. Essa atividade é exercida pelos vários comercializadores existentes no mercado, com os quais o consumidor é livre de contratar a sua energia. 


      Em concreto: se ser “cliente EDP” significa que contrata a sua eletricidade a um dos comercializadores do Grupo EDP _ EDP Comercial ou a SU Eletricidade _ então a mudança de marca do distribuidor de energia elétrica nada tem a ver com essa relação, tal como no caso de contratos com todos os outros comercializadores externos ao Grupo.
       

    • As condições dos contratos mantêm-se inalteradas, existindo apenas a necessidade de informar as entidades com as quais a Empresa contrata sobre a mudança da denominação.

    • A alteração da designação social da Empresa não tem qualquer impacto na relação com as Autarquias.
       

    • A partir de 29 de janeiro de 2021, a EDP Distribuição passa a designar-se E-REDES – Distribuição de Eletricidade, S.A. O novo nome e marca devem ser, por isso, utilizadas de forma universal por todos os stakeholders.
       

    • Não. O Número de Identificação Fiscal e de Identificação de Pessoa Coletiva permanece o mesmo, bem como todos os restantes elementos de identificação da empresa, havendo apenas a alteração da designação comercial da Empresa. 
       

    • O e-mail mantém-se igual, mas com um novo domínio. Ou seja, com a mudança da marca, os emails dos colaboradores da E-REDES passam a ter o mesmo nome, mas a terminar em @e-redes.pt. No entanto, as comunicações enviadas para os antigos endereços são reencaminhadas para os novos emails. No caso de haver outras alterações nos nomes das caixas (e não apenas no domínio @e-redes.pt) as comunicações enviadas para os antigos endereços são igualmente reencaminhadas para os novos e-mails.
       

    • Sim. A mudança de marca não tem qualquer impacto na resolução dos assuntos em tratamento. A referência atribuída ao pedido manter-se-á igual.
       

    • Não. Tendo em conta que a Empresa apenas mudou de marca para E-REDES, não é necessário voltar a facultar à Empresa os seus dados ou a fazer um novo registo na área reservada.
       

    • Não. Os números de telefone de apoio ao Cliente mantêm-se iguais, sem qualquer tipo de alteração. Para pedir informações, qualquer Cliente poderá ligar para o 808 100 100 ou 218 100 100, disponível nos dias úteis, das 8h00 às 22h00, custo da chamada definido pelas condições do seu tarifário. Poderá também comunicar avarias, sem qualquer custo e 24h00 por dia, através do 800 506 506. Se pretender comunicar a leitura do contador, poderá fazê-lo sempre que desejar, com recurso a uma chamada grátis, para o 800 507 507. Através do número 800 912 912, referente à Linha de Apoio ao Cliente Empresarial, os Clientes terão a oportunidade de reportar a ocorrência de avarias, obter informações, formalizar pedidos de ligação à rede, agendar visitas técnicas, bem como esclarecer temas relacionados com o autoconsumo.
       

    • Sim. É a mesma Empresa, com um novo nome e marca. Pode continuar a entrar em contacto com a Empresa e ter acesso a todos os serviços através dos mesmos Pontos de Atendimento que agora terão a referência à E-REDES.
       

    • Não. Os números de telefone de apoio ao Cliente mantêm-se iguais, sem qualquer tipo de alteração. Também pode continuar a entrar em contacto com a Empresa através dos Pontos de Atendimento, que apenas sofreram atualizações de imagem. Nos meios digitais, o endereço mudou para e-redes.pt, mas se aceder pelo endereço anterior será reencaminhado. 
       

    • Não. A alteração da marca e de nome não tem qualquer impacto na estrutura da empresa ou no trabalho desenvolvido pelas nossas equipas. É a mesma empresa, com uma nova marca. O sentido de presença, de execução, responsabilidade e de resposta pronta mantém-se inalterado.
       

    • Sim. A mudança da marca para E-REDES não tem qualquer impacto no trabalho desenvolvido pelas nossas equipas, no serviço prestado pela Empresa ou na relação com os stakeholders.
       

    • Não. A mudança da marca para E-REDES não tem qualquer impacto no trabalho desenvolvido pelas nossas equipas, no serviço prestado pela Empresa ou na relação com os stakeholders.
       

    • A mudança de marca decorre agora na sequência da aprovação da ERSE, constante da Instrução ERSE n.º 4/2020, de 11 de agosto de 2020, que fixou um período transitório até 31 de janeiro de 2021 para que a empresa implementasse as medidas necessárias à concretização da imagem corporativa. 
       

    • A Empresa e os respetivos colaboradores já tinham instalações próprias, pelo que a mudança da marca para E-REDES não tem qualquer impacto no trabalho desenvolvido pelas equipas, no serviço prestado pela Empresa ou na relação com os stakeholders.
       

    • A Empresa mantém o compromisso de continuar a ser uma marca de confiança e próxima dos consumidores, com um serviço de qualidade, focado no cliente e orientado por forte responsabilidade social.
       

    • A Empresa tem em curso um plano de comunicação que pretende ser o mais abrangente possível, tendo em consideração as limitações referentes à neutralidade de custos, e que visa potenciar todos os pontos de contacto com a Empresa, nomeadamente o site, a APP, as linhas telefónicas de Apoio ao Cliente e os Pontos de Atendimento. Nesse sentido, está planeada uma iniciativa de informação ao nível dos órgãos de comunicação social regionais.
       

    • Com a mudança da marca, os e-mails dos colaboradores da E-REDES passam a terminar em @e-redes.pt, o novo domínio. No entanto, as comunicações enviadas para os antigos endereços são reencaminhadas para os novos e-mails.
       

    • Após a mudança da marca, qualquer técnico ao serviço da E-REDES pode ser identificado através do colete e da respetiva credencial de identificação. Em caso de dúvida ou suspeita de que não se trate de um técnico ao serviço da empresa, qualquer cidadão pode recorrer às linhas de Apoio ao Cliente (800 100 100 e 218 100 100) para esclarecimento e confirmação.

    • O atendimento por videochamada permite que tenha acesso aos serviços prestados pelos assistentes dos pontos de atendimento da E-REDES à distância, evitando a necessidade de se deslocar fisicamente, particularmente numa fase em que o contacto social deve ser restringido ao máximo.

    • O atendimento por videochamada pode ser realizado para os temas disponíveis na primeira página do agendamento.

    • A plataforma de suporte da videochamada é o Microsoft Teams, que pode aceder através de um dos seguintes equipamentos - smartphone, tablet ou computador - com câmara e microfone. Para o seu correto funcionamento deve garantir que:

      • Ao aceder ao atendimento por videochamada através do seu computador, deve utilizar os seguintes browsers: Google Chrome, Microsoft Edge, Safari, ou descarregar a aplicação teams aqui.
      • Para aceder através do seu telemóvel descarregue a aplicação Teams na sua loja de aplicações antes da sessão.
    • Deverá aceder ao formulário de agendamento e seguir os seguintes passos:
      1.Selecione o tema que pretende tratar;
      2.Preencha o formulário com os dados solicitados;
      3.Escolha a data e hora para ser atendido por um assistente do ponto de atendimento;
      4.Confirme os dados do seu agendamento.

    • Após a confirmação do seu agendamento irá receber as seguintes notificações:

      • E-mail e/ou SMS de confirmação, com as instruções de acesso ao atendimento;
      • E-mail de lembrete 24 horas antes da sessão;
      • SMS, caso faculte o seu número de telefone, de lembrete 15 minutos antes da sessão.
    • No dia e hora do agendamento, aceda ao e-mail de confirmação e selecione o botão “Ir para Sessão” para aceder à página da “Sala de espera”. Nesta página, selecione o botão "Abrir Sessão". Após selecionar este botão irá ser encaminhado para a página da sessão Teams. Caso pretenda efetuar a videochamada no seu browser deve selecionar a opção "continuar neste browser”.

      Não esquecer: assegure-se que tem boa ligação à internet e verifique que tem a câmara e o microfone ligados.

    • Na hora marcada deve entrar na videochamada e aguardar a chegada do assistente. Se após 5 minutos o assistente ainda não estiver disponível pode reportar o atraso, para isso selecione o link “reportar atraso” na página “Sala de espera”.

    • Sim, para temas extracontratuais (p.e. proximidade de vegetação, pedidos de informação) não necessita de contrato de eletricidade.

    • Sim, durante a sessão de atendimento pode enviar documentação ao assistente através da secção “Troca de ficheiros“ disponível na página da “Sala de espera”.

    • Sim, para alguns dos temas disponíveis é possível convidar outros participantes que tenham interesse em participar na sessão de atendimento. Os participantes adicionados por si irão receber um e-mail de confirmação com o link para o acesso à sessão.

    • Sim, caso a E-REDES devido a um imprevisto tenha que cancelar a sua sessão é-lhe enviado um e-mail e sms de aviso.

    • O assistente irá aguardar por si 10 minutos, caso não consiga aceder à sessão esta será automaticamente cancelada. Se pretender uma nova sessão terá que fazer o respetivo agendamento.

    • Não. O Interessado, seja individualmente ou sob a forma de agrupamento, deverá ter capacidade e experiência para executar serviços em todas as CO, pelo que deverá obter qualificação em todas as CO.

    • O Interessado só pode obter qualificação em uma das Categorias de Qualificação, sendo que deve fazer, expressamente, essa opção aquando da submissão do pedido de qualificação, sob pena de exclusão do mesmo. 
      Assim, a análise do respetivo pedido de qualificação é autónoma para cada Categoria de Qualificação, pelo que o resultado da mesma diz respeito apenas à Categoria de Qualificação para a qual o Interessado apresentou candidatura
      Deste modo, caso o pedido de qualificação para a Categoria de Qualificação Redes 1 seja considerado “Não Qualificado”, o Interessado poderá apresentar nova candidatura à Categoria de Qualificação Redes 2, caso assim entenda. Em nenhum momento, a E-REDES irá considerar uma candidatura apresentada para Redes 1 como elegível para análise na opção Redes 2.
      Não obstante o supra exposto, relembramos que o Interessado que obtenha Qualificação na Categoria de Qualificação Redes 1 será automaticamente considerado como qualificado na Categoria de Qualificação Redes 2.

    • Tanto essa como outras declarações deverão ser submetidas na vossa área de registo no Sistema de Registo de Fornecedores (SRF), mantido pelo parceiro GoSupply (https://portal.mygosupply.com/), sendo transpostas para a candidatura aquando da elaboração da mesma.

    • Todos os documentos que instruem o Pedido de Qualificação deverão ser redigidos em língua portuguesa, que será também a língua adotada em todos os procedimentos de contratação que venham a ser efetuados no âmbito do mesmo. Quando, pela sua própria natureza ou origem, os documentos estiverem redigidos em língua estrangeira, deve o interessado na Qualificação fazê-los acompanhar de tradução para língua portuguesa devidamente legalizada?

    • O presente Sistema de Qualificação não prevê a fixação de critério ou regras de natureza objetiva e não-discriminatória a fim de limitar o número de candidatos que serão convidados a concorrer, isto é, todas as entidades qualificadas serão convidadas a concorrer.

    • O formulário principal corresponde à página da plataforma que deverá ser preenchida no momento da candidatura, não existindo um documento especifico nem passível de impressão. Uma vez preenchida toda a informação na plataforma, deverão submeter a mesma a qual fica registada na aplicação.

    • A entidade adjudicante disponibiliza o DEUCP nas partes que lhe digam respeito, a saber: 
      a) A Parte I (Informações sobre o procedimento de contratação e a entidade adjudicante);
      b) A Parte III (Motivos de exclusão), assinalando outros motivos de exclusão aplicáveis em Portugal, se for o caso; 
      c) A Parte IV (Critérios de seleção), se for o caso.
      Posteriormente, cada concorrente deve completar o preenchimento do DEUCP com as informações que lhe digam respeito, designadamente:
      a) A Parte II (Informações sobre o operador económico); 
      b) A Parte III (Motivos de exclusão);
      c) A Parte IV (Critérios de seleção), se for o caso;
      d) A Parte V (Redução do número de candidatos qualificados), se for o caso;
      e) A Parte VI (Declarações finais)

    • A informação poderá ser colocada na coluna “Formação de Motosserrista”, alterando a designação da coluna para “Formação de Motosserrista/Caixas de MT”.

    • Não é necessário repetir nos outros separadores, é suficiente indicar o responsável TET no separador “Info. Específica REDES”.

    • (i) Os candidatos à qualificação no âmbito do Programa de Qualificação 01/SQF/2021, poderão, para efeitos de cumprimento dos requisitos mínimos relativos ao numero de técnicos eletricistas para a Classe de ativos/Grupo Obras PTS + BT + Contagens, apresentar o numero de técnicos indicados no anexo nº 1 detentores de certificados de qualificação, correspondentes a curso de TET-BT-Redes com carga horária inferior a 119 horas, desde que as empresas evidenciem ou declarem que esses técnicos tenham um mínimo de 2 (dois) anos de experiência na função e não tenham interrompido a atividade TET-BT-Redes por um período superior a 6 (seis) meses.
      (ii) Para efeitos da formação especifica em motosserrista, serão aceites técnicos que disponham de formação com duração inferior a 16 (desaseis) horas, desde que seja evidenciado ou declarado pelas empresas candidatas que esses técnicos tenham experiencia mínima de 1 (um) ano na função.

    Canal do Fornecedor
    Linha easy4u