Economia Circular na E‑REDES

Na E-REDES, procuramos integrar os princípios da economia circular em todas as etapas do ciclo de vida dos nossos ativos, priorizando ações que maximizem a sua vida útil - através da reutilização, reparação e recondicionamento - e minimizem o seu impacto ambiental - na compra de novos produtos e na valorização de resíduos. Ao adotar esta abordagem, alinhamo-nos com as melhores práticas internacionais e contribuímos para um futuro mais sustentável.

4 Práticas adotadas no âmbito da economia circular

1. Otimização da vida útil dos ativos
Usamos modelos preditivos e monitorização remota para antecipar falhas, melhorar a resposta e prolongar a durabilidade dos ativos, reduzindo substituições e impactos ambientais.
2. Reforço de fornecimentos circulares
Colaboramos na reabilitação de transformadores com desempenho igual ou superior ao original, reduzindo matérias-primas e prolongando a vida útil dos equipamentos.
3. Utilização de materiais sustentáveis
Estamos a substituir óleos minerais por óleos de origem vegetal em transformadores, reduzindo o impacto ambiental e melhorando a segurança operacional.
4. Melhoria da gestão de resíduos
Queremos garantir a separação, valorização e reciclagem eficiente dos resíduos gerados, através da colaboração com parceiros qualificados e da aplicação das melhores práticas de rastreabilidade e controlo.
Ciclo de Vida Inteligente dos Ativos
  1. Definimos requisitos desde o início, avaliando materiais, durabilidade e facilidade de manutenção. Esta fase garante escolhas informadas desde a conceção do ativo. 

  2. Selecionamos fornecedores comprometidos com práticas sustentáveis. 

  3. Durante a utilização, monitorizamos os nossos ativos e utilizamos modelos de analítica avançada que permitem determinar antecipadamente o comportamento dos ativos técnicos ao longo do tempo. 

  4. Sempre que possível, reutilizamos ativos que ainda estão em boas condições e podem cumprir a sua função original noutra localização da rede, como é o exemplo de contadores inteligentes e transformadores. 

  5. Recorrendo a fabricantes ou parceiros externos, recondicionamos equipamentos, devolvendo-os à rede com altos padrões de qualidade e segurança. 

  6. Ao atingir o fim de vida funcional, os ativos são enviados para abate responsável, com triagem e separação de materiais.

  7. Privilegiamos a valorização de resíduos. 

  8. Quando aplicável, exploramos alternativas para a reutilização de equipamentos obsoletos, como a doação. 

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Da teoria à prática: como aplicamos a circularidade na gestão dos nossos ativos?

Projeto E-Redondo

O E-REDONDO é um projeto que visa fomentar os princípios de uma economia circular nos ativos das redes de distribuição.

E-REDONDO 1.0 (2023)

  • Projeto de 6 meses
  • Objetivo: avaliar a circularidade de alguns ativos da E-REDES, desenvolver um roadmap de medidas para promover a circularidade nas redes de distribuição e sensibilizar colaboradores

E-REDONDO 2.0 (2024-2026)

  • Projeto de 2 anos
  • Objetivo: implementar o roadmap de medidas na organização em 3 áreas de atuação: 

1) Compras circulares;

2) 3R’s (Reutilização, Reparação e Recondicionamento);

3) Explorar o fim de vida. 

 

Impacto esperado do Projeto E-Redondo
Impacto Ambiental
Redução da extração de matérias-primas (reaproveitamento), menor volume de resíduos para aterro/incineração e contribuição para metas ambientais (ex: neutralidade carbónica, EU Green Deal, Clean Industrial Deal).
Impacto Operacional
Melhoria na gestão de inventário de equipamentos da rede, maior rastreabilidade de ativos no fim de vida, integração de critérios circulares nos processos de compras/logística e criação de novos fluxos de valor (ex: revenda, doação).
Impacto Social
Parcerias com entidades sociais para doação de equipamentos. Criação de valor partilhado com fornecedores através de critérios circulares. Contribuição para a agenda ESG da empresa (Environmental, Social, Governance).
Impacto nas Organizações
Aumento do conhecimento sobre economia circular dentro da organização. Envolvimento de diferentes departamentos no ciclo de vida dos equipamentos. Evolução na cultura de consumo interno (de “usar e deitar fora” para “reutilizar e valorizar”).